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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A causa 'Verde' está ruborizada por escarlates matizes ideológicos

Com a falência do modelo comunista, do socialismo de cartilha e batida a carteira do marxismo, a causa 'Verde' acabou ruborizada por escarlates matizes ideológicos. 'Furtei' a pos
tagem do blog do Professor Orlando Tambosi (http://otambosi.blogspot.com/
)

Ideologia contra a ciência em Copenhague

Interessante o artigo publicado por um geólogo brasileiro sobre o catastrofismo que deverá prevalecer na conferência de Copenhague. Em outras palavras, a ideologia ambientalista tomará o lugar da ciência. Aqui vai, na íntegra, o texto publicado no JB, também mencionado em outros blogs:
Ideologia
x ciência

Geraldo Luís Lino

Na conferência do clima em Copenhague, funcionários governamentais e representantes de ONGs e de vários setores das sociedades estarão empenhados em aprovar uma agenda de restrições das emissões de carbono supostamente responsáveis pelo aquecimento global. Sem isto, afirma-se, será impossível evitar um aumento de 2 graus nas temperaturas globais acima dos níveis pré-industriais, se o uso de petróleo, gás natural e carvão não for reduzido pelo menos à metade até meados do século.
O problema é que não há quaisquer fundamentos científicos reais para o catastrofismo que envolve o tema e, obviamente, para semelhante impulso irracional de “descarbonização” da economia mundial.
Porém, por conta da histeria aquecimentista, a grande maioria das pessoas interessadas ignora que:
1. As mudanças são uma condição permanente do clima terrestre, que desde há centenas de milhões de anos têm apresentado temperaturas atmosféricas e oceânicas mais altas e mais baixas que as atuais.
2. Não há evidência científica concreta que vincule os combustíveis fósseis aos aumentos de temperaturas ocorridos desde meados do século 19.
3. As temperaturas mundiais pararam de subir no fim da década passada e estão em queda.
4. Os níveis do mar já foram mais altos, mesmo dentro do período de existência da civilização.
5. Em termos geológicos, as atuais concentrações atmosféricas de dióxido de carbono (CO2) estão entre as mais baixas da história da Terra.
6. Concentrações de CO2 e temperaturas mais altas que as atuais seriam benéficas para o homem e a grande maioria dos seres vivos.
7. Cerca de 80% da energia produzida no mundo vêm de combustíveis fósseis. Tentativas artificiais e desnecessárias de limitar seu uso nas próximas décadas, antes que tecnologias mais avançadas estejam disponíveis, irão congelar as grandes desigualdades socioeconômicas.
Por isso, em Copenhague, estará em pauta a perspectiva de se estender ao mundo os benefícios da civilização industrial e tecnológica, em termos de infraestruturas socioeconômicas modernas e níveis de bem-estar compatíveis com a ciência e a tecnologia. Ou seja, será uma disputa entre duas concepções: a pessimista e malthusiana, com o desenvolvimento e o progresso restringidos por recursos alegadamente SOCIEDADE ABERTA limitados e “pegadas ambientais” definidas por critérios muito mais ideológicos que científicos; ou a perspectiva baseada nos melhores impulsos culturais e humanistas da civilização ocidental, a qual possibilite à humanidade um ingresso compartilhado na modernidade. Em suma, o progresso – e não um conjunto de restrições infundadas e impostas ideológica e politicamente – é a melhor maneira de preparar a humanidade para se adaptar a quaisquer tendências climáticas que se apresentem no futuro. Não há quaisquer fundamentos científicos reais para o catastrofismo.
Geraldo Luís Lino é diretor do Movimento de Solidariedade Ibero-americana e autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei Editora).

'The Pulse of the Earth', instalação sinistra que lembra também aos cínicos os efeitos das mudanças do clima

Delegações dos 193 países que participam do COP 15 terão apenas 6 dias de reuniões técnicas. Autoridades apenas 2 dias para negociar antes da chegada dos líderes nacionais.
Foto: Reuters/Pawel Kopczynski
A instigante instalação 'The Pulse of the Earth', realizada próximo ao centro de convenções onde ocorre a Convenção sobre Mudanças Climáticas, chamar atenção para as consequências do aquecimento global (Foto: Reuters/Pawel Kopczynski)

A Conferência sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP 15) começou na manhã desta segunda-feira (7) em clima de esperança - pelo menos da parte dos organizadores - em relação a um acordo global de redução das emissões de gases causadores do efeito estufa. O evento foi aberto oficialmente pelo presidente da COP 14, o polonês Maciej Nowicki. MAIS DOMESMO em http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1405746-17816,00-CONFERENCIA+DE+COPENHAGUE+COMECA+EM+CLIMA+DE+ESPERANCA+POR+ACORDO+GLOBAL.html

domingo, 6 de dezembro de 2009

A Hard Rain’s A Gonna Fall - Música de Bob Dylan adotada como hino informal da Convenção sobre mudanças climáticas de Copenhague

Bob Dylan apresentou canção pela primeira vez em 1962.

Barbara Plett - Correspondente da BBC na ONU, em Nova York...O músico Bob Dylan - ou pelo menos uma de suas canções - será um dos destaques na conferência sobre mudanças climáticas em Copenhague. A ONU adotou a canção A Hard Rain’s A Gonna Fall (Uma Chuva Dura Irá Cair, em tradução-livre), como seu hino não-oficial para as negociações. Essa é uma música mais conhecida como um canal para os temores de uma geração que vivia sob a ameaça de uma guerra nuclear. Dylan a apresentou pela primeira vez em 1962 no alto da guerra Fria, pouco antes que um plano soviético de colocar mísseis atômicos em Cuba gerasse uma crise entre os Estados Unidos e a União Soviética. Mas Hard Rain envelheceu bem, e agora está sendo invocada para destacar os temores que esta geração tem de uma calamidade ambiental. MAIS DO MESMO em http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/12/091205_dylan_copenhague_ir.shtml