sexta-feira, 10 de maio de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
Puristas e Xenófobos, Diríamos Uma MERDA se Led Zeppelin, Black Sabbath ou Deep Purple desandassem a fazer adaptações de Cartola ou Noel
Sambô e companhia: um atentado ao rock (e ao samba)
'Sangue Bom', a nova novela das sete da Globo, traz na abertura uma versão apagodada de 'Tempos Modernos', de Lulu Santos, e alça de vez ao estrelato uma brincadeira que tortura ouvidos ao misturar sem critério rock e samba
Carol Nogueira

O grupo Sambô, que emplacou releitura sambada da músicaToda Forma de Amor, de Lulu Santos, na abertura da novelaSangue Bom, da Globo (Divulgação)
Desde a última segunda-feira, quem liga na TV Globo pouco depois das sete da noite escuta uma mistura improvável na abertura da novela Sangue Bom. Sacudida por batidas de samba, a faixa Toda Forma de Amor, lançada por Lulu Santos em 1988, ressurge em versão pontuada de agudos – os agudos do vocalista do Sambô, grupo que se tornou conhecido por fazer releituras de clássicos do pop-rock com pitadas (para não dizer patadas) de samba. O horário nobre da televisão foi o último terreno conquistado pela mistureba musical, que já vem pautando o repertório de outros conjuntos, todos parte de um filão que não para de crescer e de vender discos. Além do Sambô, formado em 2006, há derivados como o Oba Oba Samba House e o Rio Samba ‘n’ Roll, ambos com pouco menos de três anos de carreira.
LEIA TAMBÉM: Sangue Bom, a Malhação das sete
"Começou como uma brincadeira. Somos todos músicos, mas de outros estilos. Um dia, estávamos no aniversário de um amigo e abrimos uma roda de samba”, conta o vocalista do Sambô, o roqueiro Daniel San – o nome que, sim, é igual ao do filme Karatê Kid, é apelido de infância. Segundo ele, o grupo agradou e passou a ser chamado para animar outros aniversários e festas, e o negócio sem querer foi ganhando corpo. “No início, era só para tocar em festas, mas tivemos muita procura, então largamos tudo e agora fazemos só isso”, diz. Hoje, o grupo faz de vinte a trinta shows por mês, e conta com mais de 200.000 cópias do CD e DVDEstação Sambô, lançado no fim de novembro pela Som Livre (vale dizer: da Globo), vendidas. Não há amor pela música que faça alguém desprezar números tão vistosos.
"Começou como uma brincadeira. Somos todos músicos, mas de outros estilos. Um dia, estávamos no aniversário de um amigo e abrimos uma roda de samba”, conta o vocalista do Sambô, o roqueiro Daniel San – o nome que, sim, é igual ao do filme Karatê Kid, é apelido de infância. Segundo ele, o grupo agradou e passou a ser chamado para animar outros aniversários e festas, e o negócio sem querer foi ganhando corpo. “No início, era só para tocar em festas, mas tivemos muita procura, então largamos tudo e agora fazemos só isso”, diz. Hoje, o grupo faz de vinte a trinta shows por mês, e conta com mais de 200.000 cópias do CD e DVDEstação Sambô, lançado no fim de novembro pela Som Livre (vale dizer: da Globo), vendidas. Não há amor pela música que faça alguém desprezar números tão vistosos.
A história do Oba Oba Samba House, que também já emplacou uma faixa em novela da Globo, a autoral I Love You Baby na trilha da novela Salve Jorge, é parecida. “Somos músicos de samba há treze anos e amigos há ainda mais tempo. Há uns três anos, gravamos de gozação uma versão de Otherside, do Red Hot Chilli Peppers, em versão samba, e ela estourou no YouTube”, conta o vocalista, Luciano Tiso. O grupo acaba de lançar o segundo CD pela gravadora Sony, #navibe, e segue uma agenda de cerca de vinte shows por mês.
Marketing viral -- A internet é a principal ferramenta de marketing dessas bandas. “Um amigo publicou um vídeo nosso tocando uma versão de Rock and Roll, do Led Zeppelin, e ele teve muito acesso. Hoje, conta mais de 40 milhões de cliques”, diz Daniel San, do Sambô. Os vídeos do Rio Samba ‘n’ Roll, que começou em 2010 com versões sambadas de canções de bandas como Maroon 5, Adele e Guns n’ Roses, também tem milhares de visualizações. As prévias do primeiro DVD do grupo, que sai neste mês, alcançaram até 5.000 acessos em noventa dias.
Ainda no Rio de Janeiro, o Bloco do Sargento Pimenta, criado no Carnaval de 2011 para fazer releituras de músicas dos Beatles (o nome é uma referência ao disco Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band) com ritmos brasileiros como samba, maracatu e xote, tem feito tanto sucesso que neste ano atraiu mais de 100.000 foliões. “Tínhamos receio de fazer John Lennon se revirar no túmulo. Se eu ouvisse falar que um grupo estava transformando canções dos Beatles, ficaria com um pé atrás. Mas as pessoas gostam do que a gente faz”, diz Felipe Fernandes, um dos fundadores do bloco.
Ele tem razão: é frágil a linha que separa a brincadeira do mau gosto. Se entendidas como uma brincadeira, algumas leituras podem até ser perdoadas. Mas alguns casos, ainda que encarados como gozação, agridem os ouvidos e a boa vontade. Como aguentar, por exemplo, uma canção como Sunday, Bloody Sunday, do U2, que trata de um massacre na Irlanda, em ritmo de samba de gafieira? Essa, aliás, parece a única vertente do samba conhecida por esses grupos, que fazem do gênero, tão rico em variações que chegou a ser definido por Vinicius de Moraes como "a tristeza que balança", um lastimável pagodão. Não só o rock sai maltratado: o samba também.
Ele tem razão: é frágil a linha que separa a brincadeira do mau gosto. Se entendidas como uma brincadeira, algumas leituras podem até ser perdoadas. Mas alguns casos, ainda que encarados como gozação, agridem os ouvidos e a boa vontade. Como aguentar, por exemplo, uma canção como Sunday, Bloody Sunday, do U2, que trata de um massacre na Irlanda, em ritmo de samba de gafieira? Essa, aliás, parece a única vertente do samba conhecida por esses grupos, que fazem do gênero, tão rico em variações que chegou a ser definido por Vinicius de Moraes como "a tristeza que balança", um lastimável pagodão. Não só o rock sai maltratado: o samba também.
Os músicos, não é à toa, têm ensaiad o discurso de defesa para os seus discos. “A gente não considera o que faz um tipo de samba. E não estamos tirando onda das músicas, estamos tocando a nossa cultura em cima da cultura deles. Mas a crítica vem por todos os lados. Sempre vai haver puristas”, diz Daniel San, do Sambô.
Por mais que o mercado esteja agora inundado de releituras sambadas, a mistura não é nova. Nos anos 1970, muitos grupos faziam esse mix, como lembra Claudio Marçal, do Rio Samba ‘n’ Roll. “Sérgio Mendes já tocava Beatles em ritmo de bossa nova nos anos 1960, os Novos Baianos nos anos 70 também eram adeptos de misturar uma guitarra a la Jimi Hendrix com choro e samba, e tudo isso só mostra que a música no século XXI está sempre aberta às possibilidades”, diz. A diferença, falta dizer, é que Mendes e Moraes Moreira e companhia faziam uma mistura, por assim dizer, mais fina.
Justiça seja feita, a maioria dessas bandas parece fazer melhor quando foca só no samba, deixando as invencionices de lado. “Temos consciência de que entramos no mercado por uma porta lateral, mas temos esperança de que aos poucos possamos mostrar nosso trabalho autoral”, diz Daniel San. “Não sei se todo mundo vai gostar. Acredito que não, mas vamos ver.” Vamos ver.
Justiça seja feita, a maioria dessas bandas parece fazer melhor quando foca só no samba, deixando as invencionices de lado. “Temos consciência de que entramos no mercado por uma porta lateral, mas temos esperança de que aos poucos possamos mostrar nosso trabalho autoral”, diz Daniel San. “Não sei se todo mundo vai gostar. Acredito que não, mas vamos ver.” Vamos ver.
Samba-rock -- ou rock-samba
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Sambô
Formado em 2006 em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, o grupo tem um vocalista capaz de reproduzir de maneira hilária timbres de diferentes cantores, de Alcione, a Marrom, à roqueira Janis Joplin. O repertório é uma mistureba: tem desde samba de raiz e MPB, que o grupo faz até direitinho, como no caso de É Preciso Muito Amor (de Noca da Portela) e Fato Consumado (de Djavan). Mas o que os tornou famosos foi a releitura de clássicos do rock e do pop, tanto nacional como internacional, com roupagem sambada. Entram na lista músicas como Sunday Bloody Sunday, do U2 -- cujo conteúdo político, sobre um massacre de civis pelo Exército britânico ocorrido na Irlanda, é sacudido por um sambão de quebrar as cadeiras --, e Rock and Roll, do Led Zeppelin, que mais parece uma brincadeira da banda Massacration, dos humoristas Hermes e Renato. Neste ano, a banda emplacou uma versão de Toda Forma de Amor na abertura da novela das sete da Globo Sangue Bom.
terça-feira, 30 de abril de 2013
Enquanto isso, na Primavera dos Museus de Paris...
Pop art, romantismo sombrio e luz brasileira em Paris
- Primavera tem exposições para todos os gostos em museus da capital francesa
FERNANDO EICHENBERG
Atualizado:

Um dos quadros de Keith Haring em mostra do MAM Divulgação / Keith Haring Foundation
PARIS - Entre as grandes exposições da primavera parisiense, há opções para diferentes gostos. O Museu de Arte Moderna (mam.paris.fr) apresenta até 18 de agosto uma retrospectiva da obra do artista americano Keith Haring (1958-1990). “The political line” exibe cerca de 250 de seus trabalhos, sublinhando o aspecto político de um dos mais celebrados nomes da arte urbana, morto aos 31 anos, e que sonhava com uma “arte para todos”. Em complemento, o espaço 104 (104.fr) expõe as obras de grande formato de Haring, principalmente “Os dez mandamentos”, de 1985. O Museu d’Orsay (musee-orsay.fr) tem até 9 de junho a exposição de 200 telas em torno do romantismo sombrio, do século XVIII até a época moderna. Em “L’ange du bizarre”, monstros, vampiros, bruxas e demônios povoam obras de Goya, Delacroix, Füssli, Max Ernst, Paul Klee ou Salvador Dalí. O bônus fica por conta de trechos de obras-primas do cinema dirigidas por F. W. Murnau, Fritz Lang ou Luis Buñuel. Já o Palais des Beaux-arts faz as honras, a partir de hoje, ao brasileiro Glauco Rodrigues (1929-2004). A mostra integra a exposição maior batizada de “L’ange de l’histoire”, aberta até 7 de julho (www.ensba.fr). “Ninguém, como o Glauco, pintava a luz brasileira, o modo como ela fica difusa e branca na praia, a alta definição que proporciona às cenas da nossa loucura, ou ilumina os contornos de mulheres e frutas”, escreveu certa vez o escritor Luis Fernando Verissimo, um admirador da obra do artista.
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Para quem quiser mergulhar no universo onírico do escritor Boris Vian e do cineasta Michel Gondry, basta entrar em uma sala de cinema da cidade que esteja projetando “A espuma dos dias”, romance de Vian adaptado para a grande tela por Gondry, ou no Museu de Letras e Manuscritos. O local dedica até 31 de agosto um generoso espaço ao livro cult de autoria de Boris Vian (1920-1959), e também revela vários dos objetos criados por Michel Gondry para a sua versão cinematográfica (museedeslettres.fr). E sem esquecer das esculturas hiper-realistas do artista australiano Ron Mueck, na Fondation Cartier, até 29 de setembro (fondation.cartier.com).
Violoncelo e canção fancesa
Com seu violoncelo e uma afinada voz de menina, a brasileira radicada em Paris Dom La Nena — nome artístico de Dominique Pinto — de 23 anos, conquistou a crítica especializada francesa e americana com seu primeiro álbum de composições próprias, “Ela” (domlanena.com). No dia 29 de maio, para quem estiver em Paris, vale conferir suas canções em seu show no Café de La Danse (cafedeladanse.com).
E o “Le Hall”, instalado no Parc de la Vilette — entre a Grande halle e o canal Ourcq, é um local exclusivamente dedicado ao repertório de artistas da chanson française, um patrimônio musical do país. A ideia é também mostrar o lado B de personagens célebres, por meio de representações inéditas. A programação deste ano homenageia Édith Piaf, Jean Cocteau — mortos há 50 anos, em 1963 — e Léo Ferré, falecido em 1993. Também estão previstos espetáculos com chansonsdo século XVIII e do tempo da Primeira Guerra Mundial. (lehall.com)
Surpresa à mesa
A antiga La Taverne du Sergent Recruteur, tradicional endereço da Île de Saint-Louis, encolheu o nome para Le Sergent Recruteur (lesergentrecruteur.fr). Mas não é só isso. O local foi redesenhado e redecorado pelo festejado designer espanhol Jaime Hayon e renovou cardápio, já distinguido com uma estrela na mais recente edição do guia gastronômico “Michelin”. No comando está o chef Antonin Bonnet, formado na cozinha de Michel Bras. Com menus entre € 65 e € 145, o restaurante tem sido apontado como uma das melhores surpresas entre as novas mesas parisienses. E, no coração do bairro Marais (Rue Pavée 4), o chef pâtissier Christophe Adam, ex-Fauchon, abriu uma confeitaria especializada em l’éclairs, a famosa bomba de chocolate e de outros sabores, um dos doces favoritos dos franceses. No L’Éclair de génie (leclairdegenie.com) também fazem sucesso as trufas de chocolate.
Brunch no albergue
Nas proximidades da Praça da Bastilha, o hotel Auberge Flora tem sido considerado boa opção de hospedagem em Paris, com 21 quartos de decoração contemporânea, em seis diferentes categorias. Quem não quiser pernoitar pode escolher o menu de tapas da chef Flora Mikula, com direito a brunch no fim de semana (aubergeflora.fr).
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segunda-feira, 29 de abril de 2013
`Children of The Sea´ ou `Heaven and Hell´ no lombo velho da vida, galera!!!
Black Sabbath confirma show em Porto Alegre, no mês de outubro
Por Raissa Lennon em

Liderada pelo vocalista Ozzy Osbourne, e ainda composta por Tony Iommi (guitarra) e Geezer Butler (baixo), a banda, é uma das pioneiras do heavy metal no mundo. Em 2011, reuniu sua formação clássica, só ficando de fora o baterista Bill Ward que não aceitou o acordo proposto para o retorno. Atualmente a banda gravou um disco de inéditas intitulado “13” e com previsão de lançamento para junho deste ano.
Leia mais: http://www.achebelem.com.br/noticia/10787/black-sabbath-confirma-show-em-porto-alegre-no-mes-de-outubro#ixzz2Ru5LxdvD
quinta-feira, 25 de abril de 2013
ALGUÉM CORRA JÁ DO RIO OU DOS LAGOS E DÊ UM POUCO DE CARINHO, AMOR E DIGNIDADE A SERGUEI - Serguei hospitalizado em Saquarema precisa de ajuda financeira para tratar artrose e anemia. Vamos buscá-lo se seus amigos cariocas não lhe derem o mínimo do que merece
Há 20 ou 22 anos toquei pela primeira vez com Serguei. Ele chegou sozinho na pizzaria San Francesco da Av. Rio Branco, do meu amigo Phill Collins (Mauri), pertinho da NET e da PM no Centro de Florianópolis. Um músico local tocara algumas baladinhas "banquinho e violão" da MPB. Minha mulher Tatá, então namorada, voltava do toilette e pede licença pro cabeludo da mesa ao lado. Serguei, na época com 50 e poucos e a cara do Steven Tyler do Aerosmith fala pra minha loura um 'você é carioca' afetadísssssimo! Conversam tranquilamente alguma coisa fugaz e banal sobre as indiscutíveis belezas cariocas e então o roqueiro me percebe também voltando do banheiro onde não sei se rolou uma travessura com a patroa. "E aí cabeludo", brincou, "sonzinho djjjivaaagaarr", complementou sobre a trilha sonora da pizzaria lotada e frequentada de universitários 'durangos' ao pessoal que começava a povoar as redondezas da Presidente Coutinho e imediações. Cumprimentei, sabia do cara na Ilha de 20 e tantos anos atrás, hospedado no recém inaugurado hotel Cambirela. Na época eu tinha largado a editoria de polícia pela editoria de Economia, na qual baixava índices importantes pelo telegrafo e guardava as fitinhas do aparelho com as informações publicadas em envelopes bem lacrados. Bluseiro sempre leva uma palhetinha, mesmo detonada - no bolso do jeans, five pockets ou não. Brinquei que se rolasse um Summertime da Janis o bicho pegava... Ele me olhou e convidou: "Você garante"? Pedi licença ao músico. Ele continuou no balcão e o violão virou uma Gibson com um humbuker rascante no bridge e um gordo e penetrante P90 no neck. Era um violão Gianninni ou Di Giorgio, pouco importa, mas Summertime nunca foi tocado daquela maneira e nem um bar ou pizzaria de Florianópolis ou do Sul do Brasil tiveram um show tão peculiar quanto aquele de SERGUEI, Sir Guei!!!. Caso Les Paul possa e seus amigos cariocas não amarelem (cumé quié cacalhada, um ídolo precisa e ninguém se mexe - que seja pra vaquinha dos remédios!!!), o tempo não acelere, tudo permita e tudo der certo, até semana que vem você terá um resgate DIGNO e bacana! GOD BLESS YOU, MAJ FRIENDJJIII!!! - http://g1.globo.com/rj/regiao-dos-lagos/noticia/2013/04/seguei-e-internado-com-problemas-de-anemia-e-artrose-em-saquarema-rj.html
Serguei é internado com problemas de anemia e artrose em Saquarema, RJ
Roqueiro de 79 anos passa bem,segundo funcionários de hospital.
Amigos de Serguei dizem que ele precisa de apoio para tratamento.
Do G1 Região dos Lagos
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Serguei, nome histórico do rock nacional, desfilou na Mocidade, do Rio, em 2013 (Foto: Alexandre Durão/G1)
O roqueiro Sérgio Augusto Bustamante, 79 anos, mais conhecido como Serguei, deu entrada no hospital Nossa Senhora Nazareth, localizado em Bacaxá, distrito deSaquarema, Região dos Lagos do Rio, na manhã desta quinta-feira (25). Segundo informaram funcionários do hospital, o cantor chegou ao local com fortes dores no corpo. Esta seria a segunda internação do roqueiro em 15 dias.
Amigos próximos de Seguei, como o baterista Alex “Anjo”, tentam ajudar o roqueiro, que estaria passando por séria dificuldade financeira e sem condições de arcar com os medicamentos e injeções indicadas para o tratamento de uma anemia aguda e complicações de artrose.
"Ele recebe uma parte dos remédios da prefeitura de Saquarema, onde vive há decadas, mas agora não está conseguindo arcar com o restante dos medicamentos. Sua situação financeira está muito difícil", contou Alex "Anjo".
Por volta das 20h45, funcionários do hospital Nossa Senhora Nazareth informaram que o quadro de saúde de Serguei é estável e que ele deverá receber nova visita do médico na manhã desta sexta-feira (26).
segunda-feira, 22 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
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