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sexta-feira, 16 de março de 2012

A QUEM INTERESSA SE JAGGER TEM UM BILAU DIMINUTO PENDURADO EM DUAS BOLAS DE BILHAR? Keith Richards pede desculpa a Mick Jagger por ofensas


Original da REUTTERS e aqui vai o encontro em Los Angeles de LesPaul com Keith Richards 



Guitarrista dos Rolling Stones falou mal do colega em biografia de 2010.
Briga minava planos de comemoração do aniversário de 50 anos da banda.

Da Reuters
4 comentários
Keith Richards (Foto: Reuters)Keith Richards (Foto: Reuters)
O guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards, pediu desculpas a Mick Jagger por comentários depreciativos que fez sobre o vocalista em sua autobiografia de 2010 "Life", que causou um racha dentro da banda. Em comentários divulgados pela revista Rolling Stone, os dois veteranos do rock'n'roll concordaram que era hora de seguir em frente.
Os fãs vão ficar aliviados em vê-los fazer as pazes, já que a briga havia ameaçado minar os planos de comemoração do aniversário de 50 anos dos Rolling Stones e de outra turnê mundial.
"Olhando para trás, em qualquer carreira você é obrigado a lembrar dos altos e baixos", disse Jagger, segundo a revista. "Na década de 1980, por exemplo, Keith e eu não estávamos nos comunicando muito bem", afirmou.
"Fiquei muito envolvido com o lado comercial dos Stones, principalmente porque eu senti que ninguém estava interessado, mas está claro agora com o livro que Keith se sentiu excluído, o que é uma pena. Avalio que chegou o momento de seguir em frente." Richards acrescentou: "Mick está certo. Ele e eu tivemos conversas durante o último ano de um tipo que não tivemos por muito tempo e isso tem sido muito importante para mim..." 
Quanto ao livro, era a minha história e era muito bruto, como eu queria que fosse, mas eu sei que algumas partes dele e certas publicidades realmente ofenderam Mick e eu lamento isso."
A turnê mundial ansiosamente aguardada de uma das maiores bandas do mundo não deve acontecer até 2013, no mínimo, de acordo com a mesma revista. Algumas fontes da indústria haviam relacionado o atraso à discussão entre Richards e Jagger, mas a Rolling Stone disse que pode estar mais ligado a preocupações sobre a saúde de Richards.
"A qualidade das performances do guitarrista caiu depois que ele sofreu um ferimento na cabeça durante as férias em Fiji, em abril de 2006, no meio da turnê Bigger Bang", disse a revista.Além da turnê, os Rolling Stones anunciaram o lançamento em 12 de julho de um livro de imagens traçando a ascensão da banda à fama global. A banda estreou no Marquee Club, na Oxford Street de Londres, na mesma data em 1962. Em setembro, também será lançado um filme documentário "inovador".

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

800 milhas com Les Paul e El Tigre entre Oklahoma City e Chicago conduzindo uma jamanta com equipamento do Led Zeppelin na tournée americana de 1977. E o inusitado encontro com 'A Wireless Message' de Ambrose Bierce na bela voz de um misterioso bluesman nonagenário em um pub decrépito da Cidade dos Ventos



Na madrugada de 4 de abril de 1977 eu deixei para trás Oklahoma City, obviamente no estado de Oklahoma. 800 milhas separavam eu e El Tigre, mi perro louco, de Chicago, passando por Saint Louis. Tinhamos menos de 24 horas para cobrir a distancia com nosso truck Mack, uma jardineira composta por duas carretas enganchadas e um total de ' 500 ' pneus carregada de cabeçotes e colunas Marshalls, mesas de som e PA's, alguns instrumentos de reserva e toda sorte de quinquilharias da parafernália que compõe o palco e o backstage de um bom show de rock. O principal do line up seguia de aviao. A prudencia me fez começar na boléia do caminhão. Havíamos os dois trabalhado duro antes e depois do show do Led Zeppelin no The Myriad, mas El Tigre tinha fumado bagulho demais e suas orbitas giravam mais que carrossel desgovernado. Era o segundo show da banda e desde o primeiro, em Dallas, TX, nos incorporamos como roadies a troupe [para fugir do juiz insano que nos prendera em.. (ver este post antigo e também este)
Nosso trabalho consistia em descarregar as grandes carretas de equipamento nos estádios e recarrega-las e descarrega-las no aviao, isso sucessivamente ate 13 de agosto do Ano da Graca de 1977. Data do último show marcado para o J. F. Kennedy da Philadelphia, e que acabou cancelado (conto essa historia depois). Éramos encarregados de buscar birita e afins para o staff britânico. O show em Oklahoma provocou histeria a exemplo do show no Memorial Auditorium, de Dallas, ocorrido dia 1o. de abril. A pasmaceira foi geral, todos boquiabertos com o quarteto ensandecido formado por Jimmy Page, Robert Plant, John Bonham e John Paul Jones, destilando os alcoois e barbituricos com botinadas estereofônicas na orelha da turba. As pedradas como Rock'n Roll e Black Dog eram entremeadas pela chapante Starway To Heaven, um hino na comunidade hippie-hiponga remanescente.
Continuava nosso mergulho na boca negra da noite na I-44 E. Pelas três e meia da manhã apareceram algumas milhas à frente de nossa centopéia as luzes de Tulsa. Um pouco mais ao Norte tem outra rota que passa por Kansas City e Iowa City. Um pouco mais longa e mais gelada, e no inicio de abril ainda sujeita a nevascas. Em poucas horas estávamos na trilha seguindo o rastro do farol rasgando a escuridão. Onde o dial do radio estacionasse, algum ótimo jazz ou triste blues invadia a cabine. La fora fazia 3 graus Celsius. Dentro, no máximo 5 graus, se não a mesma coisa. A calefação estava quebrada e nossos ossos enregelados.
Em Chicago a banda tocaria nos dias 6 e 7 e 9 e 10 de abril no Chicago Stadium. A logística era absurda. Toneladas de equipamento eram transportados e depois instalados de modo a cobrir o imenso estadio. Quatro shows. Foi nosso primeiro contato com a Cidade dos Ventos. Seio farto e generoso que acomodou tanto os emigrantes do Delta do Mississipi com seu blues triste, quanto a transformação no blues elétrico e pilhado que nascia no inicio dos anos 20, você encontra em Chicago as melhores casas de blues da America. E não falamos das mais famosas, das fakes e dos pubs pega-trouxas. Algumas biroscas transversais ao mainstream turístico escondem monstros das seis cordas, do piano e do sopro que enlevam seu espirito e transportam-no ao céu ou mergulham sua alma num caldeirão do diabo em apenas um riff espetacular. Tudo com a mesma facilidade. Naquela noite de 5 de abril eu e El Tigre, acompanhados por um ogro de 2 metros de altura, um irlandês ruivo com uma barba de quase 30 centímetros, gente boa que fazia a segurança do transporte, saímos pouco depois da meia-noite e meia da passagem de som no Chicago Stadium. Tudo estava pronto para o show do Led em Chicago. Missão cumprida. A parte inglesa da cacalhada e alguns roadies foram afrouxar as calcas em puteiros na regiao das docas. Nos só queríamos beber umas cervejas e shots de wiskey vagabundo, queimar um joint e dormir; repor o sono da desgastante viagem noite a dentro e dia anterior inteiro enjaulados na cabine do Mack. Sorumbáticos e silenciosos, quando chegamos 19 horas depois, quase 9 da noite e parando apenas três vezes ao longo do trajeto enregelante, ninguém falava nada. Descarregada a carreta, cá estamos vagando nas imediações da West Madison St com a North Ogden Ave, uma zona predominantemente comercial e a essa hora da noite ainda mais deserta. Foi quando de inopino divisamos um aprazível mafuá onde hoje funciona uma das famosas Billy Goat Tavern & Grill, criada em 1934. A placa na entrada diz: Enter At Your Own Risk.
Plant e Page reservavam surpresas para o primeiro show na cidade. Mas não seria, como descobrimos de maneira inesquecível, maior e mais impactante que a que um homem d 91 anos nos provocou. O bar tinha um letreiro de neon com metade das letras intercaladamente apagadas. Piscava em vermelho wiskey e em branco azulado, BLUES a Live. Entramos, alguns negros nos olharam sem reação de seus olhos obnubilados, outros com um esgar de desdém no canto de seus lábios carnudos. Num canto escuro do buteco estava a figura enigmática de um bluseiro negro, ralos cabelos brancos, gravata borboleta desgastada, um paleto escuro 
surrado, igual ao da famosa foto de Robert Johnson, punhos poídos. A perna caída da banqueta apoiava o peso da idade, isso enquanto não ritmava com os pés o melancólico blues. 
Big Moe Joe, ao menos era o que estava escrito à ponta de faca no estojo de seu violão, feito de  madeira revestida de curvim acolchoado de veludo de uma cor que outrora deve ter sido jasmim. Com seus pés encaçapados em um par de botinas enormes, igual aquelas da Iª. Guerra Mundial, ele sincopava tal e qual um metônomo analógico,  compasso após compasso. Apoiava o velho violão dobro Gibson em sua perna esquerda e desenhava lindos acordes com seus dedos mumificados pelo tempo. Sobre o fundo musical enigmático que construía, contava uma historia cujo seu testemunho ocular juraria solene, e se desafiado, sobre o jazigo de sua velha mãe enterrada milhares de curvas e milhas, mapa abaixo, em New Orleans. A voz rouca, era aveludada e doce como o conhaque de quinta categoria que sorvia com vagar junto com os cubos de açúcar para cavalos de corrida que deixava derreter no canto da boca. O ritual repetia-se a cada gole.  Afirmava ter sido testemunha do causo quando tinha uns 8 ou 10 anos e seu pai o mandou procurar pelo patrão chamado Mr. Holt. Não lembrava ao certo a idade que tinha ao tempo dos fatos e nem a que hoje tem. Nem tampouco que fora testemunha ocular de um conto fantástico de Ambrose Bierce chamado 'A Wireless Message". E e isso pouco interessa:
In the summer of 1896 Mr. William Holt, a wealthy manufacturer of Chicago, was living temporarily in a little town of central New York, the name of which the writer’s memory has not retained.  Mr. Holt had had “trouble with his wife,” from whom he had parted a year before.  Whether the trouble was anything more serious than “incompatibility of temper,” he is probably the only living person that knows: he is not addicted to the vice of confidences.  Yet he has related the incident herein set down to at least one person without exacting a pledge of secrecy.  He is now living in Europe.
One evening he had left the house of a brother whom he was visiting, for a stroll in the country.  It may be assumed - whatever the value of the assumption in connection with what is said to have occurred - that his mind was occupied with reflections on his domestic infelicities and the distressing changes that they had wrought in his life.

Whatever may have been his thoughts, they so possessed him that he observed neither the lapse of time nor whither his feet were carrying him; he knew only that he had passed far beyond the town limits and was traversing a lonely region by a road that bore no resemblance to the one by which he had left the village.  In brief, he was “lost.”

Realizing his mischance, he smiled; central New York is not a region of perils, nor does one long remain lost in it.  He turned about and went back the way that he had come.  Before he had gone far he observed that the landscape was growing more distinct - was brightening.  Everything was suffused with a soft, red glow in which he saw his shadow projected in the road before him.  “The moon is rising,” he said to himself.  Then he remembered that it was about the time of the new moon, and if that tricksy orb was in one of its stages of visibility it had set long before.  He stopped and faced about, seeking the source of the rapidly broadening light.  As he did so, his shadow turned and lay along the road in front of him as before.  The light still came from behind him.  That was surprising; he could not understand.  Again he turned, and again, facing successively to every point of the horizon.  Always the shadow was before - always the light behind, “a still and awful red.
Em uma tradução livre, porca e torta...  'O verão de 1896, o Sr. William Holt, um fabricante rico de Chicago, estava morando temporariamente em uma pequena cidade do centro de Nova York, cujo nome a memória do escritor não lembra. Mr. Holt teve "problemas com sua esposa," de quem se separou um ano antes. Se o problema era algo mais sério que "incompatibilidade de gênio", ele é provavelmente a única pessoa viva que sabe: ele não é dado ao vício de confidências. No entanto, ele descreveu o incidente aqui contado, pelo menos a uma pessoa sem exigir  segredo. Ele está agora a viver na Europa...'

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Some News from Milwaukee by Les Paul and El Tigre. Pure Warm Blues in a cold winter. Quem será a diva que conduzem pelo Nor-Noroeste americano?



Aproximadamente a 125 quilômetros de Chicago (73 milhas), Milwaukee esconde segredos aos olhos menos treinados e aos viajantes desavisados. Depois de uma temporada vagando de bar em bar em Chicago e com o ouvido entupido do melhor Blues da América - isso mesmo, incauto leitor, o melhor blues da América não está no delta do Mississípi, El Tigre (mi perro louco) finalmente chega na fronteira nor-noroeste dos EUA com o Canada. Ainda faz muito frio, e hoje os termômetros bateram na casa dos -8 graus centígrados, desconsiderados os ventos que sopram rajadas atordoantes neste canto do planeta. Ouvimos (ele me arrumou um trampo de segundo motorista/segurança à diva que queria percorrer esse retalho dos EUA. De carro e incógnita, o que me impede por contrato de contar quem é a bela e sua mucama...). 
Como dizia, ouvimos do tradicional ao mais eclético e menos ortodoxo blues da Terra. Ótimas casas espalhadas por toda Chicago desvelam em seus pequenos palcos, todos emoldurados por uma indefectível cortina escarlate ou roxa, feitas de um veludo pesado pelo fumo saturado de seus salões, geniais guitar players e músicos, em geral, da melhor qualidade. Gente que sabe que não atravessará o portal da fama, e resignada, queima as digitais nas seis cordas de sua guitarra noite após noite. Night after Night.

De regra, o que mais se vê são Fenders de todos os tipos e gostos: stratocasters, telecaster e jazzmaster, jaguar e mustang. As pawn shops são um sucesso pra quem não se grila em comprar objetos nas casas de penhor. Sax, clarinetes e gaitas, beijados por virtuoses desconhecidas; guitarras e violões dobro arpejados por dedos e mãos calejadas, dedos amarelados do fumo e lábios feridos pela heroína. Rádios velhos, vitrolas e um cara de alma seca atrás do balcão, causticamente esperando o desespero agarrar-se às bordas do velho balcão ensebado. 
Já viu de tudo. Já pagou quase nada por preciosidades inestimáveis e, sem remorso, faz uma banana e larga um abafado phloda-se logo que o 'cliente' vira as costas deixando seu instrumento por um punhado mixuruca de bucks. Mas, falta grana pra mamadeira do pequeno rebento que chora, falta grana para injetar-se em mais um picolé de origem duvidosa, falta grana pro aluguel, pro cafetão, pra cafetina, pro gigolô e pro senhorio do mafuá em que se aboleta com mulher, filhos, sogra... But, the show must go on... e deixamos Chicago (breve um post exclusivo sobre as casas de blues da Cidade dos Ventos) pela US-41 N-Skokie Hwy em direção a Milwaukee... (to be continued)





domingo, 12 de fevereiro de 2012

Les Paul encontra Joe Satriani no último verão em Los Angeles em inesquecível performance no House Of Blues da Sunset Boulevard. Leia e assista uma dose de virtuosidade

Los Angeles é phlódônes... A Sunset Strip tem várias casas. Em algumas Les Paul trabalhou como segurança nos idos de 70 arranjando grana para ir para Oahu, no Hawaii... Em todas boites, su Perro Loco, El Tigre, faz bico como motorista para celebridades. Sinatra foi. Marylin também. Satch para os íntimos, Joe Satriani para massa ignara, além de exímio guitarrista e professor de muitos que entopem os ouvidos da massa com sextinas, heptinas e ligados alucinantes colhidos nas cordas de sua Ibanez,  é um baita profissional. Simpático, comedido nos aprontos e conhece a cacalhada toda que transita na cena over de Beverly Hills. E um desses cacos que orbitam as celebridades convidou el Tigre para ...
A Sunset é um espetáculo a parte, desde seu início até o Kodak Theater, mais ainda ao cair das longas tardes do verão californiano. Britânico fôra eu, o Kodak seria Theatre!. No verão passado, mais precisamente em julho, o signatário voltou a Los Angeles por razões profissionais à margem da música. Era um dia infernal de julho nos Everglades, quando deixei um paraíso terreno próximo a Naples, às águas do Golfo do México, na Florida, em direção ao aeroporto de Fort Myers onde me aguardava um e-Ticket da United Airlines no vôo 1152 para Los Angeles com escala em Houston, Texas. Um banho no nosso singelo Hercílio Luz, que apesar de chamado internacional, funciona no talo com um puxadinho do PAC que é de dar dó em espiga de milho sob assédio de ávidos gafanhotos. LA me reservava uma agradabilíssima surpresa, além da entrevista exclusiva com Paris em uma mansão de Malibu. Exclusiva por exigência dela, que queria um colóquio a sós. 

O Double Tree de Santa Mônica, meu pardieiro four stars favorito estava lotado. Próximo dali e na cara do gol, junto ao promenade do descolado distrito, pródigo em soluções moderníssimas de sustentabilidade, achei um muquifo decente a uma quadra do Pier de Santa Mônica e de minha liquors store predileta. Foi lá no estacionamento logo à esquerda de quem se dirige à projeção consagrada sobre o mar Pacífico, com sua Roda Gigante coadjuvante em tantas produções Holywoodianas, que El Tigre me apanhou com uma limousine Hummer dourada. Não acreditei quando o vidro baixou e o cachorro envergando um smoking, borboleta escarlate e um charo de dar inveja a Bob Marley no canto da boca said me: 'E aí mermão, quer uma carona?'. El Tigre me largou com um ingresso e reserva na melhor mesa da casa, na porta do House Of Blues da Sunset Strip. So, so... Now... Enjoy that the shredders performance of máh friendji Joe Satriani at the House of Blues, Sunset Strip, 10 july 2011!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

ENFIM, sonzeira da melhor qualidade no entardecer de sábado, no Pirata da Praia Brava: Duo Medieval e Les Corvettes Freak Lounge. A postagem foi garimpada no CANGABLOG


Tarde de Pirata...

 
Foto: Cangablog
    A convite do meu amigo Paulão (Les Paul) estive sábado no Kioske Pirata, da Praia Brava. Lugar maravilhoso frente ao mar. 
    Fui para curtir os Les Corvettes formado pelo
 engenheiro de som Marcelo Jam Walker e o jornalista e músico Paulo Lehmkuhl (formação original). Os caras mandaram ver bonito num Freak  Louge de viajar.
    Música de qualidade!

Foto: Marco Cezar
     Tive, ainda, o privilégio de conhecer e ouvir dois feras do rock: Nycolas Medeirose Bruno Medieval. Coisa fina!

     Melhorou
 
     O fim de tarde que já estava bom ficou ainda melhor. Encontrei o Mauro Thezainer e o Tom na mesma vibe. 

Foto: Laura Sacchetti
    De quebra, topei com o meu velho amigo fotógrafo Marco Cezar que me clicou e colocou na sua coluna no Notícias do Dia. 
    Estou impressionado com a quantidade de gente que me ligou nesta manhã de segunda-feira dizendo que estou "bonito na foto". 
    O jornal é lido pracas!


LesPaul deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Tarde de Pirata...": canguita sempre generoso. Les Corvettes agradecem a honrosa presença dos amigos e o feedback gentul. Qto ao som... bom, a galera precisa ouvir e curtir e se viajar por atmos de hadrons... valeu fritar os dedos na guitarra.

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sábado, 21 de janeiro de 2012

Do site MÚSICA É TUDO - SLASH e seu set completo é dissecado até o talo



Slash

Publicado em Dissecando Artista por playtech | 9 de fevereiro de 2011
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Aproveitando que o guitarrista irá passar pelo Brasil agora em 2011, que tal dissecar os seus equipamentos?!
Guitarras
Sua primeira guitarra foi uma cópia da Gibson Explorer dada pela sua avó. Mais tarde, ele acrescentou uma cópia Memphis Les Paul, uma BC Rich Warlock e uma BC Rich Mockingbird à sua coleção. Em meados da década de 80, Slash descobriu a Gibson Les Paul, que se tornou parte do seu principal equipamento. Para as sessões de estúdio e, desde o clássico disco do Guns N’ Roses “Appetite For Destruction”, o guitarrista tem usado quase que exclusivamente uma réplica de uma Les Paul Flame 59. Em outras partes específicas, foram e são usadas guitarras como uma Flying V’59 (Knockin ‘On Heavens Door” e “Live And Let Die”), uma Gibson Explorer 58 (”Locomotive”), Fender Stratocaster ‘65 (”Yesterdays”, “So Fine”, “Back And Forth Again” e What Do You Want To Be”), Fender Telecaster ‘52 (”Sucker Train Blues”), Gibson ES335 (”The Last Fight”).
No palco, com o Guns N’ Roses, Velvet Revolver ou o Snakepit, Slash usa principalmente duas Les Paul Standard ‘87, uma Les Paul Standard ‘76, uma Les Paul Gold Top ‘87 e uma personalização BC Rich Mockinbird (”You Could Be Mine”, “The Alien”, “Sucker Train Blues”). Quando necessário, ele ainda usa Gibson Double Neck EDS-1275 (”Patience”, Knockin ‘On Heaven’s Door”) ou uma Guild Crossroads (”Neither Can I”, “Back And Forth Again”, “Back To The Moment”). Por fim, em partes tocadas com slide, entra em ação sua Travis Bean T-1000 (”Bad Obsession”, “Rusted Heroes).
Da esquerda para a direita: 1. Les Paul Gold Top 1957 | 2. Les Paul Gold Top 1957 | 3. Les Paul Sunburst 1958  4. Les Paul 1959 | 5. Les Paul Gold Top 1956 | 6. Les Paul 1959 | 7. Les Paul 1959
Da esquerda para a direita: 1. Les Paul Gold Top 1957 | 2. Les Paul Gold Top 1957 | 3. Les Paul Sunburst 1958 4. Les Paul 1959 | 5. Les Paul Gold Top 1956 | 6. Les Paul 1959 | 7. Les Paul 1959
Da esquerda para a direita: 1 e 4. Snakepit Slash Les Paul | 2 e 3. Slash Les Paul Custom  5. Les Paul Corvette | 6. Les Paul Cordes 12 1990 | 7. Les Paul Custom
Da esquerda para a direita: 1 e 4. Snakepit Slash Les Paul | 2 e 3. Slash Les Paul Custom 5. Les Paul Corvette | 6. Les Paul Cordes 12 1990 | 7. Les Paul Custom
Da esquerda para a direita: 1. BC Rich Mockingbird | 2. BC Rich Mockingbird | 3. BC Mockingbird Rich  4. BC Rich Mockingbird Arch Top | 5. BC Rich Mockingbird | 6. BC Mockingbird Rich
Da esquerda para a direita: 1. BC Rich Mockingbird | 2. BC Rich Mockingbird | 3. BC Mockingbird Rich 4. BC Rich Mockingbird Arch Top | 5. BC Rich Mockingbird | 6. BC Mockingbird Rich
Da esquerda para a direita: 1. BC Rich Doubleneck | 2. Crossroads Guild Custom | 3. Gibson EDS-1275 1967  4. Custom Made Guild "Crossroads" | 5. Custom Guild Made "Crossroads"
Da esquerda para a direita: 1. BC Rich Doubleneck | 2. Crossroads Guild Custom | 3. Gibson EDS-1275 1967 4. Custom Made Guild "Crossroads" | 5. Custom Guild Made "Crossroads"
Da esquerda para a direita: 1. Fender Stratocaster | 2. Fender Telecaster 1952 | 3. Fender Telecaster  4. Fender Stratocaster 1965 | 5. Basse Fender 6 cordes 1965 | 6. Fender Stratocaster
Da esquerda para a direita: 1. Fender Stratocaster | 2. Fender Telecaster 1952 | 3. Fender Telecaster 4. Fender Stratocaster 1965 | 5. Basse Fender 6 cordes 1965 | 6. Fender Stratocaster
Da esquerda para a direita: 1. Les Paul 1959 | 2. Telecaster 1952 | 3. Les Paul 1958 | 4. Flying V 1959  5. Les Paul 1959 | 6. Stratocaster 1965 | 7. Les Paul Réplica 1959 | 8. Explorer 1958
Da esquerda para a direita: 1. Les Paul 1959 | 2. Telecaster 1952 | 3. Les Paul 1958 | 4. Flying V 1959 5. Les Paul 1959 | 6. Stratocaster 1965 | 7. Les Paul Réplica 1959 | 8. Explorer 1958
Gibson Slash Custom-made Les Paul 1990
Gibson Slash Custom-made Les Paul 1990
Gibson Slash's Snakepit Les Paul 1997
Gibson Slash's Snakepit Les Paul 1997
Gibson Slash Les Paul 2004
Gibson Slash Les Paul 2004
Gibson Les Paul Slash 2008
Gibson Les Paul Slash 2008
Gibson Les Paul Slash VOS 2008
Gibson Les Paul Slash VOS 2008
Gibson Les Paul Slash VOS Idoso 2008
Gibson Les Paul Slash VOS Idoso 2008
Gibson Les Paul Slash Goldtop 2008
Gibson Les Paul Slash Goldtop 2008
Gibson Appetite Slash Les Paul 2010
Gibson Appetite Slash Les Paul 2010
Amplificadores
Durante sua carreria, muitos amplificadores já passaram pelo set do Slash. Basicamente sua preferência é pela Marshall, levando a marca a fabricar o JCM Slash Signature, uma clássica e autêntica reedição do Jubillee 2555, feitos em 1996 e 1997 para celebrar o 25o aniversário da empresa e homenagear o homem da cartola. Após de quase oito meses de investigação e desenvolvimento, novamente o guitarrista e a Marshall criaram uma parceria e desenvolveram o AFD100. Este modelo foi suficiente para reproduzir de forma mais exata o amplificador usado originalmente para gravar o álbum “Appetite For Destruction”, do Guns. No mais já foram usados os Marshall’s “JCM 800″, “JMP MKII”, “JCM 2555 Jubille” e “Vintage Modern 2266″.
Marshall JCM 2203
Marshall JCM 800 2203
Marshall JMP MKII
Marshall JMP MKII
Marshall JCM Jubilee 2555
Marshall JCM Jubilee 2555
Marshall JCM Slash Signature 2555
Marshall JCM Slash Signature 2555
Marshall Vintage Modern 2266
Marshall Vintage Modern 2266
Marshall Slash Signature AFD100
Marshall Slash Signature AFD100
Efeitos
Mesmo que seu rack inclua vários elementos, não podemos dizer que Slash é um guitarrista efeito. Ele usa principalmente o reverb do amplificador, um rápido delay (produzido por um Boss DD-5) e um equalizador Boss GE-7 para impulsionar seus solos. Para alguns arranjos, ele também usa um wah-wah Cry Baby (”Mr. Brownstone”, “Civil War”, “Be The Ball”, “Shine”, “By The Sword”) ou um talk box Dunlop (”Anything Goes”, “Dust and Bones”, “Lower”, “Get Out The Door”, “Watch This”). Com o Velvet Revolver, seu pedalboard expandiu a sua gama de efeitos e começou a usar um oitavador Boss OC-2 e um pedal de sustain Fernades. Em 2006, a Dunlop lançou o modelo Cry Baby SW-95, que leva a assinatura do lendário “ex-guitarrista do Guns N’Roses”.
Captação
Quase todas guitarras de modelo Les Paul do Slash são equipados com Seymour Duncan Pro.
Seymour Duncan Alnico Pro 2 Signature Slash
Seymour Duncan Alnico Pro 2 Signature Slash
Seymour Duncan Alnico Pro 2
Seymour Duncan Alnico Pro 2
Encordamento
Slash usa cordas Ernie Ball Power Slinky 0.11-.048.
Slash (Dissecando Artista) 25
Palhetas
As palhetas são fabricadas pela Dunlop no modelo Purple Tortex 1,14 milímetros.
Slash (Dissecando Artista) 23
Slash (Dissecando Artista) 24
Turnê Live for World 2010
Nessa turnê em carreira solo, o lendário guitarrista leva consigo um total de 9 guitarras. Entre elas estão:
• Gibson Slash Les Paul Appetite For Destruction
• Gibson Slash Les Paul VOS Les Paul Aged
• Gibson Slash Les Paul Gold Top
• Gibson Les Paul Axcess Standard (com ponte Floyd Rose)
• Gibson Slash Snakepit Les Paul
Slash (Dissecando Artista) 22
Amps
• Marshall AFD100 (sons dirtorcidos)
• Marshall JCM Slash 2555 Signature 1996 (sons distorcidos)
• Marshall Marshall JCM Jubilee 1987 (sons limpos)
• Gabinete Marshall 1960BV 4×12 com Celestion Vintage 30 HP de 70 watts.
Slash (Dissecando Artista) 28
Efeitos
• Dunlop Crybaby DCR 2SR wah-wah
• Dunlop Crybaby SW-95 Slash Wah-Wah (apenas controlador)
• MXR SmartGate (para redução de ruído)
• Dunlop-Q-Zona (Wah configurações de filtro)
• MXR Phase 90 (por “By The Sword”)
• Custom Audio Electronics Boost / Line Driver (para solos)
• MXR Stereo Chorus (para limpar as peças em “Paradise City” e “Suckertrain Blues”)
• Boss DD-3 Delay (para os sons durante esférica “Seres Rastejantes”)
• Korg Pitchblack Tuner (para silenciar espontânea)
• Peterson Tuner Strobe
• Hum Eliminator
Slash (Dissecando Artista) 29
Confira os vídeos abaixo e faço uma turnê pelo backstage e pelos equipamentos do Slash com Chet Haun, seu técnico de guitarra:
Parte 1
Parte 2
Parte 3


Beba na Fonte: Musica é Tudo