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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Celebration Day - O filme

Filme com o show que reuniu em 2007 os membros do Led Zeppelin, Jimmy Page, John Paul Jones e Robert Plant mais o baterista Jason Bonham - filho do baterista original John Bonham no O2 Arena. Em cartaz nos cinemas.
 

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

800 milhas com Les Paul e El Tigre entre Oklahoma City e Chicago conduzindo uma jamanta com equipamento do Led Zeppelin na tournée americana de 1977. E o inusitado encontro com 'A Wireless Message' de Ambrose Bierce na bela voz de um misterioso bluesman nonagenário em um pub decrépito da Cidade dos Ventos



Na madrugada de 4 de abril de 1977 eu deixei para trás Oklahoma City, obviamente no estado de Oklahoma. 800 milhas separavam eu e El Tigre, mi perro louco, de Chicago, passando por Saint Louis. Tinhamos menos de 24 horas para cobrir a distancia com nosso truck Mack, uma jardineira composta por duas carretas enganchadas e um total de ' 500 ' pneus carregada de cabeçotes e colunas Marshalls, mesas de som e PA's, alguns instrumentos de reserva e toda sorte de quinquilharias da parafernália que compõe o palco e o backstage de um bom show de rock. O principal do line up seguia de aviao. A prudencia me fez começar na boléia do caminhão. Havíamos os dois trabalhado duro antes e depois do show do Led Zeppelin no The Myriad, mas El Tigre tinha fumado bagulho demais e suas orbitas giravam mais que carrossel desgovernado. Era o segundo show da banda e desde o primeiro, em Dallas, TX, nos incorporamos como roadies a troupe [para fugir do juiz insano que nos prendera em.. (ver este post antigo e também este)
Nosso trabalho consistia em descarregar as grandes carretas de equipamento nos estádios e recarrega-las e descarrega-las no aviao, isso sucessivamente ate 13 de agosto do Ano da Graca de 1977. Data do último show marcado para o J. F. Kennedy da Philadelphia, e que acabou cancelado (conto essa historia depois). Éramos encarregados de buscar birita e afins para o staff britânico. O show em Oklahoma provocou histeria a exemplo do show no Memorial Auditorium, de Dallas, ocorrido dia 1o. de abril. A pasmaceira foi geral, todos boquiabertos com o quarteto ensandecido formado por Jimmy Page, Robert Plant, John Bonham e John Paul Jones, destilando os alcoois e barbituricos com botinadas estereofônicas na orelha da turba. As pedradas como Rock'n Roll e Black Dog eram entremeadas pela chapante Starway To Heaven, um hino na comunidade hippie-hiponga remanescente.
Continuava nosso mergulho na boca negra da noite na I-44 E. Pelas três e meia da manhã apareceram algumas milhas à frente de nossa centopéia as luzes de Tulsa. Um pouco mais ao Norte tem outra rota que passa por Kansas City e Iowa City. Um pouco mais longa e mais gelada, e no inicio de abril ainda sujeita a nevascas. Em poucas horas estávamos na trilha seguindo o rastro do farol rasgando a escuridão. Onde o dial do radio estacionasse, algum ótimo jazz ou triste blues invadia a cabine. La fora fazia 3 graus Celsius. Dentro, no máximo 5 graus, se não a mesma coisa. A calefação estava quebrada e nossos ossos enregelados.
Em Chicago a banda tocaria nos dias 6 e 7 e 9 e 10 de abril no Chicago Stadium. A logística era absurda. Toneladas de equipamento eram transportados e depois instalados de modo a cobrir o imenso estadio. Quatro shows. Foi nosso primeiro contato com a Cidade dos Ventos. Seio farto e generoso que acomodou tanto os emigrantes do Delta do Mississipi com seu blues triste, quanto a transformação no blues elétrico e pilhado que nascia no inicio dos anos 20, você encontra em Chicago as melhores casas de blues da America. E não falamos das mais famosas, das fakes e dos pubs pega-trouxas. Algumas biroscas transversais ao mainstream turístico escondem monstros das seis cordas, do piano e do sopro que enlevam seu espirito e transportam-no ao céu ou mergulham sua alma num caldeirão do diabo em apenas um riff espetacular. Tudo com a mesma facilidade. Naquela noite de 5 de abril eu e El Tigre, acompanhados por um ogro de 2 metros de altura, um irlandês ruivo com uma barba de quase 30 centímetros, gente boa que fazia a segurança do transporte, saímos pouco depois da meia-noite e meia da passagem de som no Chicago Stadium. Tudo estava pronto para o show do Led em Chicago. Missão cumprida. A parte inglesa da cacalhada e alguns roadies foram afrouxar as calcas em puteiros na regiao das docas. Nos só queríamos beber umas cervejas e shots de wiskey vagabundo, queimar um joint e dormir; repor o sono da desgastante viagem noite a dentro e dia anterior inteiro enjaulados na cabine do Mack. Sorumbáticos e silenciosos, quando chegamos 19 horas depois, quase 9 da noite e parando apenas três vezes ao longo do trajeto enregelante, ninguém falava nada. Descarregada a carreta, cá estamos vagando nas imediações da West Madison St com a North Ogden Ave, uma zona predominantemente comercial e a essa hora da noite ainda mais deserta. Foi quando de inopino divisamos um aprazível mafuá onde hoje funciona uma das famosas Billy Goat Tavern & Grill, criada em 1934. A placa na entrada diz: Enter At Your Own Risk.
Plant e Page reservavam surpresas para o primeiro show na cidade. Mas não seria, como descobrimos de maneira inesquecível, maior e mais impactante que a que um homem d 91 anos nos provocou. O bar tinha um letreiro de neon com metade das letras intercaladamente apagadas. Piscava em vermelho wiskey e em branco azulado, BLUES a Live. Entramos, alguns negros nos olharam sem reação de seus olhos obnubilados, outros com um esgar de desdém no canto de seus lábios carnudos. Num canto escuro do buteco estava a figura enigmática de um bluseiro negro, ralos cabelos brancos, gravata borboleta desgastada, um paleto escuro 
surrado, igual ao da famosa foto de Robert Johnson, punhos poídos. A perna caída da banqueta apoiava o peso da idade, isso enquanto não ritmava com os pés o melancólico blues. 
Big Moe Joe, ao menos era o que estava escrito à ponta de faca no estojo de seu violão, feito de  madeira revestida de curvim acolchoado de veludo de uma cor que outrora deve ter sido jasmim. Com seus pés encaçapados em um par de botinas enormes, igual aquelas da Iª. Guerra Mundial, ele sincopava tal e qual um metônomo analógico,  compasso após compasso. Apoiava o velho violão dobro Gibson em sua perna esquerda e desenhava lindos acordes com seus dedos mumificados pelo tempo. Sobre o fundo musical enigmático que construía, contava uma historia cujo seu testemunho ocular juraria solene, e se desafiado, sobre o jazigo de sua velha mãe enterrada milhares de curvas e milhas, mapa abaixo, em New Orleans. A voz rouca, era aveludada e doce como o conhaque de quinta categoria que sorvia com vagar junto com os cubos de açúcar para cavalos de corrida que deixava derreter no canto da boca. O ritual repetia-se a cada gole.  Afirmava ter sido testemunha do causo quando tinha uns 8 ou 10 anos e seu pai o mandou procurar pelo patrão chamado Mr. Holt. Não lembrava ao certo a idade que tinha ao tempo dos fatos e nem a que hoje tem. Nem tampouco que fora testemunha ocular de um conto fantástico de Ambrose Bierce chamado 'A Wireless Message". E e isso pouco interessa:
In the summer of 1896 Mr. William Holt, a wealthy manufacturer of Chicago, was living temporarily in a little town of central New York, the name of which the writer’s memory has not retained.  Mr. Holt had had “trouble with his wife,” from whom he had parted a year before.  Whether the trouble was anything more serious than “incompatibility of temper,” he is probably the only living person that knows: he is not addicted to the vice of confidences.  Yet he has related the incident herein set down to at least one person without exacting a pledge of secrecy.  He is now living in Europe.
One evening he had left the house of a brother whom he was visiting, for a stroll in the country.  It may be assumed - whatever the value of the assumption in connection with what is said to have occurred - that his mind was occupied with reflections on his domestic infelicities and the distressing changes that they had wrought in his life.

Whatever may have been his thoughts, they so possessed him that he observed neither the lapse of time nor whither his feet were carrying him; he knew only that he had passed far beyond the town limits and was traversing a lonely region by a road that bore no resemblance to the one by which he had left the village.  In brief, he was “lost.”

Realizing his mischance, he smiled; central New York is not a region of perils, nor does one long remain lost in it.  He turned about and went back the way that he had come.  Before he had gone far he observed that the landscape was growing more distinct - was brightening.  Everything was suffused with a soft, red glow in which he saw his shadow projected in the road before him.  “The moon is rising,” he said to himself.  Then he remembered that it was about the time of the new moon, and if that tricksy orb was in one of its stages of visibility it had set long before.  He stopped and faced about, seeking the source of the rapidly broadening light.  As he did so, his shadow turned and lay along the road in front of him as before.  The light still came from behind him.  That was surprising; he could not understand.  Again he turned, and again, facing successively to every point of the horizon.  Always the shadow was before - always the light behind, “a still and awful red.
Em uma tradução livre, porca e torta...  'O verão de 1896, o Sr. William Holt, um fabricante rico de Chicago, estava morando temporariamente em uma pequena cidade do centro de Nova York, cujo nome a memória do escritor não lembra. Mr. Holt teve "problemas com sua esposa," de quem se separou um ano antes. Se o problema era algo mais sério que "incompatibilidade de gênio", ele é provavelmente a única pessoa viva que sabe: ele não é dado ao vício de confidências. No entanto, ele descreveu o incidente aqui contado, pelo menos a uma pessoa sem exigir  segredo. Ele está agora a viver na Europa...'

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

KASHMIR - Led Zeppelin com 'Moda de Rock' - Ricardo Vignini & Zé Helder com Marcelo Berzotti, do Matuto Moderno, no Baixolão


Cover de Kashmir do Led Zeppelin com o Moda de Rock, Ricardo Vignini & Zé Helder , com Marcelo Berzotti, do Matuto Moderno, no Baixolão. Apresentação em Brasília durante o festival Voa Viola

sábado, 19 de março de 2011

KATE MOSS quer Led Zeppelin, Rolling Stones, The Clash e Duran Duran tocando em seu casamento

Kate Moss convida Led Zeppelin para tocar em seu casamento

A top estaria planejando fazer uma espécie de festival de música na ocasião

QUEM ONLINE

  Getty Images

Kate Moss está planejando uma espécie de mini festival de música no dia de seu casamento. De acordo com o tablóide britânico “The Sun”, a top inglesa, noiva de Jamie Hince, estaria convidando alguns nomes para soltar a voz na festa da cerimônia.

Led Zeppelin, Rolling Stones, The Clash, Primal Scream,Kanye West, Duran Duran e Beth Ditto seriam alguns dos nomes convidados. "Kate está trazendo as grandes armas para seu casamento. Ela elaborou sua lista de sonho de artistas que ela quer brincar e não está perdendo tempo perguntando a eles. Muitos deles são seus companheiros e não deveriam ter nenhum problema em fazer um número”, disse uma fonte próxima ao jornal.

Algumas pessoas próximas do casal estão gostando da ideia. "Seus amigos estão apelidando-a de Kate mini-Glasto do line-up que ela tem em mente. É transformar em uma festa de fim de semana inteiro", completou o informante em referência ao Festival de Glastonbury, famoso evento de música organizado justamente em Glastonbury, Inglaterra. O casamento, que deve acontecer em julho, ainda não tem local definido.

Mais notícias, fotos e perfil de Kate Moss

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Inspirada em Led e The Who, menina de 9 anos chama atenção como baterista

Carioca Letícia Santos é a mais jovem integrante da banda Black Aces.

Primeiro show aberto do grupo será no próximo domingo (13), no Rio.

“Sempre pensam que é um homem tocando, mas quando chegam perto da bateria, sou eu, pequenininha.” Assim a carioca Letícia Santos, de 9 anos, resume a reação das pessoas que a ouvem tocar. A mais jovem integrante da banda Black Aces – que inclui outros seis músicos com idades entre 13 e 15 anos – diz não ficar surpresa quando é reconhecida fora de casa, uma vez que já tocou na Xuxa, no Faustão e no Programa do Jô.

“Quando estive na feira Expo Music no ano passado, fiquei animada, não sabia que as pessoas iam me reconhecer. Mas nem me assustei. É que elas veem meus vídeos no YouTube”, conta a garota, que tem patrocínio dos fabricantes de pratos e baquetas e ainda ganhou uma bolsa de estudos em uma escola de música do Rio de Janeiro.

Apesar de já ter feito certa fama com suas duas bandas anteriores, Três e Meio e DC5, Letícia terá sua prova de fogo no próximo domingo (13), quando a Black Aces fará sua estreia em uma apresentação aberta ao público, na abertura da Corrida da Longevidade, a partir das 9h na Praia do Leme. À tarde, Letícia se apresenta na festa de fim de ano do Guitar Club, onde tem aulas. “Dois compromissos no mesmo dia, para mim, está ótimo”, diz a roqueira mirim, enumerando seus ídolos. “Gosto do Keith Moon [The Who], do John Bonham [Led Zeppelin] e do Chad Smith [Red Hot Chili Peppers]. Já minhas bandas preferidas são Guns N’ Roses, Charlie Brown Jr., Deep Purple, Beatles e NX Zero.” Sua banda toca atualmente 15 canções, incluindo duas músicas próprias, “Não esqueça de me esperar” e “Esse ano”, disponíveis para audição no MySpace. Os ensaios geralmente acontecem aos domingos, quando o grupo passa cerca de três horas em estúdio. O talento para a música é genético. O pai de Letícia aprendeu a tocar violão por conta própria e o tio foi integrante do grupo Brazilian Beatles. Na época do Secos & Molhados, os dois montaram a banda Portas e Janelas. “Praticamente toda a família é musical”, diz ela. MAIS DO MESMO em http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL1408238-7085,00-INSPIRADA+EM+LED+E+THE+WHO+MENINA+DE+ANOS+CHAMA+ATENCAO+COMO+BATERISTA.html

sábado, 31 de outubro de 2009

A TODO VOLUME 2° post - Mais um recorte sobre os Guitarristas do LED ZEPPELIN , U2 e WHITE STRIPES

"Uma senhora linha de frente para quem gosta de rock: Jack White, The Edge e Jimmy Page. Os três são protagonistas do documentário A todo volume, dirigido por Davis Guggenheim - o mesmo que ganhou o Oscar com Uma verdade inconveniente, com Al Gore. O filme fala da guitarra e a paixão e fascínio que o instrumento desperta. Os guitarristas se juntaram em um grande barracão para tocarem juntos no filme. Mas há muito mais cenas interessantes - como a que mostra Jack White construindo o corpo de uma guitarra com um toco de madeira, um prego e uma garrafa de refrigerante. Confira este e outros trechos na matéria sobre o filme." MAIS EM http://blog.telecine.globo.com/moviebox/2009/10/30/os-guitarristas-de-u2-led-zeppelin-e-white-stripes-juntos-em-filme/

quarta-feira, 1 de abril de 2009

AINDA BEM QUE ERA MENTIRA




MAS NÃO MUITO... porque além de cantar bem a cabritinha é deeemmmaaaaaiiiisss!!!


A islandesa Björk anunciou em seu site oficial que foi convocada para ser a nova vocalista do Led Zeppelin. Não fosse uma tremenda safardagem com a memória da banda, especialmente de John Bonzo Bohan, a mequetréfi noticiou que a turnê começa em junho e que irá cantar algunjs clássicos do Led como “Black dog”, “Dazed and confused” e “The battle of Evermore”. O link com “mais detalhes” avisa, então, que tudo não passa de uma brincadeira de 1º de abril. MAIS EM G1 > Música - NOTÍCIAS - No ‘dia da mentira’, músicos pregam peças em seus fãs

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

SÁBADO 14 - SEXTA 13, e daí? Você consegue escapar?

13 'causos' horripilantes do rock - Leia neste SÁBADO 14, a lista de casos macabros, não explicados, violentos e tragicômicos do rock, de alguma forma relacionados com a sexta-feira 13 que se foi. A selection é do G1: -

O bluesman Robert Johnson, que influenciou de Bob Dylan a Rolling Stones, morava na zona rural do Mississippi e sonhava se tornar músico. Johnson foi então instruído a levar sua guitarra a uma encruzilhada, onde ele teria vendido a alma ao diabo. O cantor e guitarrista morreu em 1938, aos 27 anos, depois de beber uísque envenenado.


A banda americana Lynyrd Skynyrd ficou mais conhecida em 1973, depois que diversos membros, incluindo o vocalista e compositor Ronnie Van Zant, morreram em um acidente de avião. A tragédia aconteceu apenas três dias após o lançamento do álbum “Street survivors”, cuja foto da capa mostra o grupo no meio de um incêndio.


Em 1985, o adolescente John McCollum cometeu suicídio enquanto ouvia a música “Suicide solution”, de Ozzy Osbourne, sobre os perigos do abuso de álcool. Os pais do garoto processaram o roqueiro, alegando que a letra da canção o havia influenciado.


Diversos fatos trágicos acometeram o cantor Robert Plant nos anos 70. Além de enfrentar sérios problemas com a voz após as gravações de “Houses of the holy”, o músico sofreu um acidente de carro na Grécia que deixou membros de sua família machucados. Em 1977, seu filho Karac não resistiu a uma infecção e morreu aos seis anos. Alguns fãs do Led Zeppelin atribuem a falta de sorte ao envolvimento de seus integrantes com a magia negra.

O processo de criação de “The Bedlam in Goliath”, quarto e mais recente álbum de estúdio do Mars Volta, foi cercado por incidentes bizarros. Tudo culpa, dizem os músicos, de um tabuleiro Ouija comprado por Rodríguez-López durante uma viagem em Jerusalém. Assim que os integrantes adquiriram o objeto, o baterista deixou a banda no meio da turnê, o vocalista precisou fazer uma cirurgia nos pés, o estúdio inundou e várias gravações sumiram.

“Too tough to die” (Duro demais para morrer), faixa do álbum de mesmo nome lançado em 1984, é uma homenagem a Johnny Ramone. O guitarrista da lendária banda punk teria se envolvido em uma briga em um bar em 1983. Levou tantos socos e chutes na cabeça que acordou no hospital, após uma complicada cirurgia para recuperar seu crânio fraturado.

"Hotel California", dos Eagles, fala sobre uma igreja cristã abandonada e depois dominada por satanistas; os próprios Eagles seriam satanistas.

O produtor Bob Ezrin conseguiu o choro das crianças na música "The kids", de Lou Reed, dizendo aos filhos que a mãe deles havia morrido.

"Dimebag" Darrell, conhecido como membro-fundador do Pantera, morreu no dia 8 de dezembro de 2004 no show de sua banda Damageplan no Alrosa Villa, em Ohio. Nathan Gale, o assassino, deu cinco tiros na cabeça do músico.

A tradição dos funerais está mudando na cidade de Adelaide, na Austrália. Lá, clássicos do rock como “Stairway to heaven”, de Led Zeppelin, e “Highway to Hell”, do AC/DC, viraram moda em enterros.


Uma professora norte-americana chamou a polícia ao ouvir um trecho da música “Welcome to the jungle”, do Guns N’ Roses, e pensar que fosse uma ameaça de morte. A faixa foi tocada no sistema de som da Booth Free School, em Roxbury Connecticut.


Um dos mitos mais persistentes do mundo do rock dá conta de que Paul McCartney teria morrido em um acidente, em meados da década de 60, e está sendo substituído até hoje por um sósia. Reza a lenda que a música “Helter skelter”, dos Beatles, teria inspirado Charles Manson a assassinar a atriz Sharon Tate, então grávida de oito meses, e outras quatro pessoas em um ritual satânico.