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segunda-feira, 28 de março de 2011

Aproximação da Argentina com Irã gera revolta na comunidade judaica. Explosão em 1990 da Embaixada em Buenos Aires não seria mais apurada

Israel questions Argentina over Buenos Aires attacks

The Jewish community centre, AMIA, in Buenos Aires, Argentina, after being bombed - 18 July 1994The attack on the AMIA Jewish community centre in Buenos Aires in 1994 killed 85 people

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Israel has demanded an explanation from Argentina over reports it proposed to Iran it would stop investigating two bombings if trade ties improved.

Argentina, Israel and the US have blamed Iran for the bombings of the Israeli embassy and a Jewish community centre in Buenos Aires in the 1990s.

Iran has denied involvement in the bombings, which killed 114 people.

An Israeli spokesman said if true, "it would be a display of infinite cynicism and a dishonour to the dead".

A car bomb exploded outside a Jewish community centre known as the AMIA on 18 July 1994, killing 85 people.

Twenty-nine people were killed two years earlier when a bomb destroyed the Israeli embassy in Buenos Aires.

Visit at risk

The report about a putative deal appeared on Saturday in Argentine media. The newspaper Perfil quoted a leaked Iranian diplomatic cable that detailed the offer.

The cable reportedly said: "Argentina is no longer interested in solving those two attacks, but in exchange prefers improving its economic relations with Iran".

According to Perfil, Argentine Foreign Minister Hector Timerman made the offer through Syrian President Bashar al-Assad in a meeting in Syria in January.

Israeli foreign ministry spokesman Yigal Palmor said Israel wanted "official clarifications by the Argentinian Foreign Ministry concerning the article".

Israeli media reported on Sunday that the foreign ministry was considering cancelling a planned visit next week by Mr Timerman if the reports proved to be reliable.

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segunda-feira, 21 de março de 2011

Arte feita de explosão

Artista usa pólvora para formar desenhos em painéis

Por Casa e Jardim Online

Até explosão pode virar arte, como fez o artista chinês Cai Guo-Qiang, cujo trabalho é feito a partir deminidetonações de pólvora sobre tela ou tecido. O processo é simples: Cai espalha o explosivo sobre o painel formando esboços da figura que gostaria de formar, cobre com papelão, segurado por uma pedra, para conter a explosão e manter os contornos dos desenhos, e ateia fogo no pavio. Por fim, o artista retira os escombros de sobre o mural. O resultado você pode conferir nas fotos abaixo.


segunda-feira, 14 de março de 2011

Explosão atinge reator da usina de Fukushima 1 no Japão

Reservatório de supressão pode ter sido danificado, dizem autoridades.

Danificado pelo terremoto de sexta, reator estava instável.

Do G1, com agências internacionais

Uma explosão foi ouvida na manhã desta terça-feira (15), pelo horário local, no reator 2 da usina nuclear de Fukushima 1, no nordeste do Japão, segundo as autoridades.

A explosão ocorreu às 6h10 locais (18h10 de segunda-feira de Brasília). Ela pode ter danificado o reservatório de supressão, informou a Agência de Segurança Nuclear e Industrial, citando relatório da Tokyo Electric Power Co., operadora da usina.

O teto do prédio do reator foi danificado, e vapor estava saindo dele, segundo a agência Jiji Press.

Afetado pelo terremoto seguido de tsunami de sexta, o reator continuava apresentando instabilidade, revelou o governo japonês, em entrevista pouco antes da explosão.

A agência Kyodo informou que níveis de radiação quatro vezes mais altos foram medidos na província de Ibaraki, ao sul da usina, entre as províncias de Fukushima e de Tóquio.

O operador da central nuclear de Fukushima 1 anunciou a retirada de seu pessoal da área do reator 2, exceto pelos funcionários encarregados de bombear água para refrigerar o sistema em colapso.

VALE ESTE MAGNITUDE REVISADO - Entenda o terremoto no Japão (Foto: Arte/G1)
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Nova Explosão em Usina Nuclear no Japão

JAPÃO

Usina nuclear sofre explosão no Japão

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Uma grande explosão atingiu no sábado uma usina nuclear do Japão que já tinha sido danificada pelo grande terremoto de sexta-feira.

Imagens da televisão japonesa mostraram uma explosão em um dos prédios da usina Fukushima 1, cerca de 250 quilômetros a nordeste de Tóquio. Além da nuvem de fumaça, também podiam ser vistos destroços atirados para longe da construção.

O porta-voz do governo japonês, Yukio Edano, afirmou que o prédio de concreto onde está o reator número 1 da usina desabou, mas o contêiner de metal, dentro do qual está o reator, não foi danificado. Segundo Edano, os níveis de radiação em volta da usina já caíram depois da explosão.

A Companhia Elétrica de Tóquio, operadora da usina, informou que quatro funcionários ficaram feridos.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, declarou estado de emergência em Fukushima Daiichi e Daini (também conhecidas como Fukushima 1 e 2), enquanto os engenheiros tentam confirmar se houve derretimento em um dos reatores de uma das usinas.

Usina de Fukushima

Usina de Fukushima foi duramente abalada pelo terremoto de sexta-feira

Esse é um procedimento automático depois que reatores nucleares são desligados em caso de terremoto, o que permite que as autoridades tomem medidas mais rápidas.

Nos últimos dias, outros dois reatores sofreram panes e nesta segunda-feira, um terceiro reator da usina nuclear de Fukushima, no Japão, registrou problemas no sistema de resfriamento.

Um porta-voz da operadora Tokyo Electric Power disse que os técnicos estão adotando medidas como injetar água do mar no reator número 2 da usina para evitar o superaquecimento da instalação.

Mais cedo, uma segunda explosão atingiu o reator número 3 de Fukushima, dois dias depois de um incidente semelhante envolvendo o reator número 1.

Segundo a agência de segurança nuclear do Japão, a explosão foi causada por um acumulo de hidrogênio. O incidente deixou onze feridos, um deles em estado grave.

sábado, 12 de março de 2011

Agencea Reuters no Japão traz mais detalhes sobre explosão de usina nuclear de Fukushima

Fukushima Nuclear Plant Scrambles To Avert Radiation Crisis

Fukushima Nuclear Plant State Of Emergency

Posted: 03/11/11 01:37 PM

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TOKYO (Reuters) - Thousands of residents were evacuated from an area around a nuclear plant in quake-hit Japan after radiation levels rose in the reactor, but there was no word on whether there had actually been a leak.

Underscoring grave concerns about the Fukushima plant some 240 km (150 miles) north of Tokyo, U.S. Secretary of State Hillary Clinton said the U.S. air force had delivered coolant to avert a rise in the temperature of the facility's nuclear rods.

Tokyo Electric Power Co said pressure inside a reactor at its Fukushima-Daiichi plant rose after the cooling system was knocked out by the earthquake, the largest on record in Japan.

Kyodo news agency quoted the company as saying that the radiation level was rising in the turbine building and the pressure had risen to 1.5 times the designed capacity.

Experts said there could be leakage if water levels in the Fukushima reactor fell and the temperature of the nuclear rods rose, though this might not happen immediately.

"Even if fuel rods are exposed, it does not mean they would start melting right away," said Tomoko Murakami, leader of the nuclear energy group at Japan's Institute of Energy Economics.

"Even if fuel rods melt and the pressure inside the reactor builds up, radiation would not leak as long as the reactor container functions well."