A British designer has won an award for a sculpted, low-energy light bulb. The Plumen bulb won the Design of the Year award in a competition run by London's Design Museum. The bulb is said to last eight times longer than a traditional light bulb. Will Gompertz reports. Reporter: Now here is a bright idea - a designer, low-energy light bulb. So now, if you want to illuminate your home in an eco-friendly fashion, you have this curvaceouschoice. The designers spent a great deal of time worrying about what might turn people on, and what might turn them off. Their quest was to marry practicality, something that actually works, with a sense of style and beauty, to create an object of desire. Something that you not only wanted to own, but hopefully also wanted to keep. Nicolas Roope: And that's really the role of the designer, I think, is to make objects that people really connect with and really cherish, you know. I think that's one of our roles, and obviously in this case this isn't just about prettifying. This is about, you know, obviously, the underlying problem of getting people to adopt this stuff, because obviously that's in everybody's interests. Reporter: That is if money is not too much of an issue - funky costs. Each one is nearly £20. That's up to twenty times the price of some other low-energy bulbs. It's too early to judge if this product has a dazzling future, but its creators will be reassured to know that at least one major household goods retailer said its customers did not consider light bulbs dull. In fact, to them, design matters. Will Gompertz, BBC News |
Mostrando postagens com marcador verde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador verde. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 29 de março de 2011
ECOLOGIA - Lâmpada 'verde' ganha prêmio de design
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
A causa 'Verde' está ruborizada por escarlates matizes ideológicos

Com a falência do modelo comunista, do socialismo de cartilha e batida a carteira do marxismo, a causa 'Verde' acabou ruborizada por escarlates matizes ideológicos. 'Furtei' a pos
tagem do blog do Professor Orlando Tambosi (http://otambosi.blogspot.com/
)
Ideologia contra a ciência em Copenhague
Interessante o artigo publicado por um geólogo brasileiro sobre o catastrofismo que deverá prevalecer na conferência de Copenhague. Em outras palavras, a ideologia ambientalista tomará o lugar da ciência. Aqui vai, na íntegra, o texto publicado no JB, também mencionado em outros blogs:Ideologia
x ciência
Geraldo Luís Lino
Na conferência do clima em Copenhague, funcionários governamentais e representantes de ONGs e de vários setores das sociedades estarão empenhados em aprovar uma agenda de restrições das emissões de carbono supostamente responsáveis pelo aquecimento global. Sem isto, afirma-se, será impossível evitar um aumento de 2 graus nas temperaturas globais acima dos níveis pré-industriais, se o uso de petróleo, gás natural e carvão não for reduzido pelo menos à metade até meados do século.O problema é que não há quaisquer fundamentos científicos reais para o catastrofismo que envolve o tema e, obviamente, para semelhante impulso irracional de “descarbonização” da economia mundial.Porém, por conta da histeria aquecimentista, a grande maioria das pessoas interessadas ignora que:1. As mudanças são uma condição permanente do clima terrestre, que desde há centenas de milhões de anos têm apresentado temperaturas atmosféricas e oceânicas mais altas e mais baixas que as atuais.2. Não há evidência científica concreta que vincule os combustíveis fósseis aos aumentos de temperaturas ocorridos desde meados do século 19.3. As temperaturas mundiais pararam de subir no fim da década passada e estão em queda.4. Os níveis do mar já foram mais altos, mesmo dentro do período de existência da civilização.5. Em termos geológicos, as atuais concentrações atmosféricas de dióxido de carbono (CO2) estão entre as mais baixas da história da Terra.6. Concentrações de CO2 e temperaturas mais altas que as atuais seriam benéficas para o homem e a grande maioria dos seres vivos.7. Cerca de 80% da energia produzida no mundo vêm de combustíveis fósseis. Tentativas artificiais e desnecessárias de limitar seu uso nas próximas décadas, antes que tecnologias mais avançadas estejam disponíveis, irão congelar as grandes desigualdades socioeconômicas.Por isso, em Copenhague, estará em pauta a perspectiva de se estender ao mundo os benefícios da civilização industrial e tecnológica, em termos de infraestruturas socioeconômicas modernas e níveis de bem-estar compatíveis com a ciência e a tecnologia. Ou seja, será uma disputa entre duas concepções: a pessimista e malthusiana, com o desenvolvimento e o progresso restringidos por recursos alegadamente SOCIEDADE ABERTA limitados e “pegadas ambientais” definidas por critérios muito mais ideológicos que científicos; ou a perspectiva baseada nos melhores impulsos culturais e humanistas da civilização ocidental, a qual possibilite à humanidade um ingresso compartilhado na modernidade. Em suma, o progresso – e não um conjunto de restrições infundadas e impostas ideológica e politicamente – é a melhor maneira de preparar a humanidade para se adaptar a quaisquer tendências climáticas que se apresentem no futuro. Não há quaisquer fundamentos científicos reais para o catastrofismo.Geraldo Luís Lino é diretor do Movimento de Solidariedade Ibero-americana e autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei Editora).
Interessante o artigo publicado por um geólogo brasileiro sobre o catastrofismo que deverá prevalecer na conferência de Copenhague. Em outras palavras, a ideologia ambientalista tomará o lugar da ciência. Aqui vai, na íntegra, o texto publicado no JB, também mencionado em outros blogs:
Ideologia

x ciência
Geraldo Luís Lino
O problema é que não há quaisquer fundamentos científicos reais para o catastrofismo que envolve o tema e, obviamente, para semelhante impulso irracional de “descarbonização” da economia mundial.
Porém, por conta da histeria aquecimentista, a grande maioria das pessoas interessadas ignora que:
1. As mudanças são uma condição permanente do clima terrestre, que desde há centenas de milhões de anos têm apresentado temperaturas atmosféricas e oceânicas mais altas e mais baixas que as atuais.
2. Não há evidência científica concreta que vincule os combustíveis fósseis aos aumentos de temperaturas ocorridos desde meados do século 19.
3. As temperaturas mundiais pararam de subir no fim da década passada e estão em queda.
4. Os níveis do mar já foram mais altos, mesmo dentro do período de existência da civilização.
5. Em termos geológicos, as atuais concentrações atmosféricas de dióxido de carbono (CO2) estão entre as mais baixas da história da Terra.
6. Concentrações de CO2 e temperaturas mais altas que as atuais seriam benéficas para o homem e a grande maioria dos seres vivos.
7. Cerca de 80% da energia produzida no mundo vêm de combustíveis fósseis. Tentativas artificiais e desnecessárias de limitar seu uso nas próximas décadas, antes que tecnologias mais avançadas estejam disponíveis, irão congelar as grandes desigualdades socioeconômicas.
Por isso, em Copenhague, estará em pauta a perspectiva de se estender ao mundo os benefícios da civilização industrial e tecnológica, em termos de infraestruturas socioeconômicas modernas e níveis de bem-estar compatíveis com a ciência e a tecnologia. Ou seja, será uma disputa entre duas concepções: a pessimista e malthusiana, com o desenvolvimento e o progresso restringidos por recursos alegadamente SOCIEDADE ABERTA limitados e “pegadas ambientais” definidas por critérios muito mais ideológicos que científicos; ou a perspectiva baseada nos melhores impulsos culturais e humanistas da civilização ocidental, a qual possibilite à humanidade um ingresso compartilhado na modernidade. Em suma, o progresso – e não um conjunto de restrições infundadas e impostas ideológica e politicamente – é a melhor maneira de preparar a humanidade para se adaptar a quaisquer tendências climáticas que se apresentem no futuro. Não há quaisquer fundamentos científicos reais para o catastrofismo.
Geraldo Luís Lino é diretor do Movimento de Solidariedade Ibero-americana e autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei Editora).
Assinar:
Postagens (Atom)