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segunda-feira, 28 de março de 2011

ÁGUA

EM ALGUNS LUGARES... ELA JÁ NÃO EXISTE MAIS ...

NO MAIS BARULHO PARACE QUE TAMBÉM. As fotos sumiram e o post será reeditado.

Deli, Índia. Todos querem, apenas, um pouco de água...

Dois Sudaneses bebem água dos pântanos, com tubos plásticos, especialmente concebidos para este fim,com filtro para filtrar as larvas flutuantes, responsáveis pela enfermidade da lombriga da Guiné.

O programa distribuiu milhões de tubos e já conseguiu reduzir em 70% esta enfermidade debilitante.

Os glaciares que abastecem a Europa de água potável perderam mais da metade do seu volume, no século passado. Na foto, trabalhadores da estação de esqui do glaciar de Pitztal, na Áustria, cobrem o glaciar com uma manta especial para proteger a neve e retardar o seu derretimento, durante os meses de Verão...

As águas do delta do rio Níger são usadas para defecar, tomar banho, pescar e despejar o lixo.

Água suja em torneiras residenciais, devido ao avanço indiscriminado do desenvolvimento.

Aldeões na ilha de Coronilla, Quénia, cavam poços profundos em busca do precioso líquido, a apenas 300 metros do mar. A água é salobra.

Aquele que foi o quarto maior lago do mundo, agora é um cemitério poeirento de embarcações que nunca mais zarparão...

VALORIZE A ÁGUA!

terça-feira, 22 de março de 2011

Franceses 'pintam' o Rio Sena de verde no Dia Mundial da Água

Funcionários da área ambiental despejaram produto fluorescente no rio.

Iniciativa chama a atenção de moradores de Paris para a preservação.

Do Globo Natureza, com informações da AFP

frança dia mundial da água (Foto: Joel Saget/ AFP)Funcionários da área ambiental despejaram um produto fluorescente no Rio Sena nesta terça-feira (22), 'pintando' suas águas de verde. Segundo um repórter da agência de notícias AFP, o produto usado é um corante não-tóxico que mostra áreas poluídas na água. De acordo com organizadores do evento ouvidos pela imprensa local, a ação faz parte de um protesto de funcionários de órgãos ambientais na França por melhores salários e condições de trabalho. A manifestação reuniu técnicos ambientais e vigias florestais de parques nacionais, por exemplo. A iniciativa chama a atenção de moradores de Paris, na França, para a importância de preservar o local. A Organização das Nações Unidas (ONU) para Agricultura e Alimentação (FAO) escolheu 22 de março para celebrar o Dia Mundial da Água. (Foto: Joel Saget/ AFP)
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domingo, 20 de março de 2011

Pipas submarinas geram energia limpa em pequenas turbinas oceânicas. Assista ao vídeo

Turbina submarina coleta energia dos oceanos

Investidores financiam testes com aparelho para criação de energia limpa

por Redação Galileu

Todos sabemos dos benefícios da energia que vem do vento, geradas pelas hélices gigantes, e das águas, gerada pelas usinas hidrelétricas. Mas um novo tipo de captação de energia pode ser criado a partir da junção desses dois conceitos, segundo a empresa Minesto.

Editora Globo
'Pipa submarina' com as turbinas de energia

Os engenheiros da companhia estão testando uma turbina submarina implantada em uma espécie de pipa que ficaria no fundo dos oceanos gerando energia. Cada "pipa subaquática" teria uma asa de 14 metros e uma turbina conectada. Cada kit seria preso ao fundo do mar e poderia "voar" com o fluxo das correntes marítimas. Para gerar energia, as pás das turbinas seriam giradas pela força das águas e o movimento da "pipa subaquática" aumentaria a velocidade do fluxo de água.

Dependendo da localização, cada turbina pode gerar de 150 a 800 kW, em uma profunidade de 50 a 300 metros. A tecnologia está sendo testada inicialmente em Strangford Loch, na Irlanda. Nos próximos 18 meses, investidores irão financiar US$ 600 mil para os testes.

Veja abaixo como a "pipa submarina" funciona:


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A causa 'Verde' está ruborizada por escarlates matizes ideológicos

Com a falência do modelo comunista, do socialismo de cartilha e batida a carteira do marxismo, a causa 'Verde' acabou ruborizada por escarlates matizes ideológicos. 'Furtei' a pos
tagem do blog do Professor Orlando Tambosi (http://otambosi.blogspot.com/
)

Ideologia contra a ciência em Copenhague

Interessante o artigo publicado por um geólogo brasileiro sobre o catastrofismo que deverá prevalecer na conferência de Copenhague. Em outras palavras, a ideologia ambientalista tomará o lugar da ciência. Aqui vai, na íntegra, o texto publicado no JB, também mencionado em outros blogs:
Ideologia
x ciência

Geraldo Luís Lino

Na conferência do clima em Copenhague, funcionários governamentais e representantes de ONGs e de vários setores das sociedades estarão empenhados em aprovar uma agenda de restrições das emissões de carbono supostamente responsáveis pelo aquecimento global. Sem isto, afirma-se, será impossível evitar um aumento de 2 graus nas temperaturas globais acima dos níveis pré-industriais, se o uso de petróleo, gás natural e carvão não for reduzido pelo menos à metade até meados do século.
O problema é que não há quaisquer fundamentos científicos reais para o catastrofismo que envolve o tema e, obviamente, para semelhante impulso irracional de “descarbonização” da economia mundial.
Porém, por conta da histeria aquecimentista, a grande maioria das pessoas interessadas ignora que:
1. As mudanças são uma condição permanente do clima terrestre, que desde há centenas de milhões de anos têm apresentado temperaturas atmosféricas e oceânicas mais altas e mais baixas que as atuais.
2. Não há evidência científica concreta que vincule os combustíveis fósseis aos aumentos de temperaturas ocorridos desde meados do século 19.
3. As temperaturas mundiais pararam de subir no fim da década passada e estão em queda.
4. Os níveis do mar já foram mais altos, mesmo dentro do período de existência da civilização.
5. Em termos geológicos, as atuais concentrações atmosféricas de dióxido de carbono (CO2) estão entre as mais baixas da história da Terra.
6. Concentrações de CO2 e temperaturas mais altas que as atuais seriam benéficas para o homem e a grande maioria dos seres vivos.
7. Cerca de 80% da energia produzida no mundo vêm de combustíveis fósseis. Tentativas artificiais e desnecessárias de limitar seu uso nas próximas décadas, antes que tecnologias mais avançadas estejam disponíveis, irão congelar as grandes desigualdades socioeconômicas.
Por isso, em Copenhague, estará em pauta a perspectiva de se estender ao mundo os benefícios da civilização industrial e tecnológica, em termos de infraestruturas socioeconômicas modernas e níveis de bem-estar compatíveis com a ciência e a tecnologia. Ou seja, será uma disputa entre duas concepções: a pessimista e malthusiana, com o desenvolvimento e o progresso restringidos por recursos alegadamente SOCIEDADE ABERTA limitados e “pegadas ambientais” definidas por critérios muito mais ideológicos que científicos; ou a perspectiva baseada nos melhores impulsos culturais e humanistas da civilização ocidental, a qual possibilite à humanidade um ingresso compartilhado na modernidade. Em suma, o progresso – e não um conjunto de restrições infundadas e impostas ideológica e politicamente – é a melhor maneira de preparar a humanidade para se adaptar a quaisquer tendências climáticas que se apresentem no futuro. Não há quaisquer fundamentos científicos reais para o catastrofismo.
Geraldo Luís Lino é diretor do Movimento de Solidariedade Ibero-americana e autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei Editora).

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Enquanto aqui ecologistas pintam o verde de vermelho, na África fogão solar ganha prêmio de melhor criação ecológica

Enquanto ficamos discursando e ideologizando (sic) a discussão ambiental, borrando o verde de um conhecido matiz vermelho, em algum lugar da África miserável, pesquisadores que botam a mão na massa e não só no lépistópis ganham projeção mundial. O site da BBC conta a história assim:

"Um fogão solar foi o vencedor de um concurso que premiou invenções que preservam o meio ambiente.A Caixa Kyoto, como o fogão foi apelidado, é feita de papelão e pode ser usada para ferver água e cozinhar alimentos.O criador do produto, Jon Bohmer, está baseado no Quênia e disse que espera espalhar sua idéia nos países em desenvolvimento, evitando que o uso da lenha continue devastando florestas em todo o mundo."

Veja o que ocorre longe dos gabinetes refrigerados em BBC - Fogão solar ganha prêmio de melhor criação ecológica. (http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/04/090409_fogaosolar_fp.shtml)