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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Da Série Summeriscomming: + 1 Iate 'doidjão'


E se Joannou é obcecado por arte, nada mais óbvio que tentar levá-la para todos os lugares. Foi quando ele resolveu chamar o próprio Jeff Koons e a arquiteta Ivana Porfiri para transformar seu iate de 114 pés ou 35 metros, em uma obra de arte contemporânea flutuante. Batizado de "Guilty", ele recebeu de Koons uma pintura inspirada nos padrões de camuflagem utilizados na 1ª Guerra Mundial. Os ângulos totalmente inusitados criados por Ivana realçam ainda mais toda mistura de cores, linhas, grafismos e texturas que fazem do "Guilty" certamente o barco mais moderno, visualmente falando, do mundo. A embarcação foi "batizada" em um evento que mais parecia uma vernissage, tamanha a quantidade de celebridades e artistas do meio. Na parede de um dos quartos não poderia faltar um quadro da artista Sarah Morris, famosa por suas obras que usam textos, onde obviamente está escrito "Guilty". Esta verdadeira obra de arte naval estará ilustrando a edição italiana de uma das mais famosas revistas do mundo, a Vogue.

MAIS, UM POUCO MAIS EM http://blog.uncovering.org/archives/2008/08/arte_alto_mar.html

Da Série Summeriscomming: Outro Iate doijão



"Potência, tecnologia, design, sofisticação formam uma união perfeita nesta embarcação única. Um primeiro olhar, apenas de relance, deixa imediatamente claro estarmos perante uma máquina de altas performances, denunciadas pelas linhas angulosas e agressivas do casco. O Wallypower é uma verdadeira lâmina cortando a água a uma velocidade estonteante. E, no entanto, no seu interior pode desfrutar-se em simultâneo de um impressionante e espaçoso conforto... A concepção deste iate mistura habilmente as tecnologias navais tradicionais com inovações de vanguarda. No que respeita ao casco, por exemplo, foi usada uma estrutura híbrida de elementos de fibra de carbono, fibra de vidro, nomex e madeira de balsa. O acabamento exterior em verde escuro metalizado muda de aspecto consoante a luz e o ambiente circundante. Para propulsionar o Wallypower foram escolhidas três turbinas a gás com 16800 Hp de potência que expelem jactos de água orientáveis que permitem manobrar a embarcação e levá-la a uma velocidade superior a 60 nós (110 Km/hora) sem que, no entanto, o conforto esteja comprometido. O desenho do casco e o isolamento acústico garantem a estabilidade e a qualidade de vida a bordo.Toda a pureza e elegância das linhas é mantida sem sacrificar a funcionalidade e são inúmeras as funções escondidas debaixo das superfícies lisas. Radares, antenas, âncoras e outros dispositivos encontram-se dissimulados no casco; as amuradas rebatem e servem de plataformas de mergulho e atraque; o envidraçado panorâmico é deslizante e permite estender as actividades dos espaços interiores, dignas de um hotel de luxo, a todo o convés."

Muito mais em http://blog.uncovering.org/archives/2008/03/118_wallypower.html

Enquanto o Brasil patina e não decide metas sérias de emissão de gases do efeito estufa, IATE futurista ecologicamente correto sai das pranchetas




"Liberdade. Auto-suficiência. Espaço. Estabilidade. Movimento. Sustentabilidade. Juntando duas marcas de renome, Luca Bassani Antivari, da Hermès de Paris, e Pierre-Alexis Dumas, da Wally do Mónaco, conseguiram juntar todos estes atributos e transformá-los num iate de topo: o luxuoso WHY 58x38 (Wally Hermès Yatchs). A concepção do WHY baseia-se em dois elementos que criam uma autêntica ilha flutuante: sustentabilidade e espaço. Em primeiro lugar, foi idealizado recorrendo às melhores tecnologias de ponta para reduzir a pegada ecológica ao mínimo. Para isso, conta com painéis fotovoltaicos com armazenamento de energia, baterias de última geração e um sistema de recuperação de energia termal. Em números, dá qualquer coisa como uma produção de energia renovável de 500kW/h/dia e poupa cerca de 160 000 litros de combustível ao ano."

MUITO MAIS DO MESMO EM http://blog.uncovering.org/archives/2009/11/why_arte_bem_viver_mar.html