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sábado, 8 de outubro de 2011

ELAS SÃO MAIS SAFADINHAS - Mulheres tendem a ser mais aventureiras na cama que os homens, diz pesquisa publicada pelo Daily Mail divulgada pelo DC

Elas são mais propensas a conversar sobre suas fantasias com o parceiro

Falar "sacanagem" e ser mais aberto sexualmente parece ser mais natural para as mulheres que para os homens, mostra uma nova pesquisa. Em um estudo realizado por uma marca de preservativos e publicado pelo jornal britânico Daily Mail, mulheres revelaram que, não só gostam mais de experimentar na cama, como também são mais propensas a falar coisas excitantes e dividir suas fantasias com o parceiro que os homens.

O grupo de pessoas pesquisadas era formado em sua totalidade por pessoas em relacionamentos estáveis. A maioria das mulheres, disse preferir transar com as luzes ligadas e em locais diferentes da casa, enquanto os homens se mostraram mais conservadores e menos dispostos a ousar.

A pesquisa mostrou ainda que, ser mais ousado na cama está ligado com a satisfação sexual do casal. Os casais mais "aventureiros" se mostraram mais abertos e com relacionamentos mais duradouros.

Além disso, a intimidade pode ajudar a "prevenir a traição". Enquanto 50% dos casais participantes do estudo disseram assistir pornografia juntos, outros 25% das pessoas afirmaram que o tédio na relação os levou a trair seus parceiros.


LEIA NO ORIGINAL

How women are more sexually adventurous - and more satisfied - in bed than men

By DAISY DUMAS


Talking dirty and being sexually adventurous seem to come more naturally to women than men, new figures show.

In the survey, conducted by K-Y's Good in Bed sex site, women were revealed to not only be more experimental in bed, but were far more likely to have talked dirty and shared fantasies with their partners than men.

While most respondents - all of whom were in relationships - said that they enjoyed sex with the lights on, wearing sexy lingerie, having sex in different areas of the home and using lubricants, more women than men were willing to go further in the bedroom.

Sweet nothings: New figures suggest women are more adventurous in bed, engaging in 'talking dirty' and fantasy-sharing more than men

Sweet nothings: New figures suggest women are more adventurous in bed, engaging in 'talking dirty' and fantasy-sharing more than men

Survey Director for the site, Kristen Mark MS, said that the survey may come as a surprise to many.

'Women have for so long been constructed in our society as prudes who restrict the sexual expression of their male partners,' she said.

'And I think this survey shows that, in our sample of women, that just isn’t the case.'

Being sexually adventurous is, perhaps unsurprisingly, linked to the sexual satisfaction of both partners - so much so that the more open-minded and repeatedly adventurous the couple, the longer the relationship lasted.

50 per cent of the survey's respondents said that they watched porn as a couple.

In a previous survey, Good in Bed revealed that women are more bored in their relationships than men, despite being more sexually satisfied.

'Women have for so long been constructed as prudes... that just isn't the case'

A quarter of those respondents - over half of whom were married - said that boredom in their relationship had led to infidelity, and nearly 60 per cent were keen to try something new to spice up their sex lives.

In both surveys, the majority of respondents were married and had children - throwing new light on the truism that children should probably never imagine what their parents get up to behind closed doors.

The site recently published other new findings that suggest more men fake orgasm than previously believed - and that as women grow older, they climax more regularly and with more 'quality.'

One thing both sexes agree upon is their shared enjoyment of orgasm - though simultaneous climaxes are far rarer than many a Hollywood movie may have some believing.



Read more: http://www.dailymail.co.uk/femail/article-2046184/How-women-sexually-adventurous--satisfied--bed-men.html#ixzz1aAbsq900


terça-feira, 19 de abril de 2011

Homens têm fumado menos e mulheres têm bebido mais

O tabagismo caiu no país nos últimos 5 anos, especialmente entre os homens. Já o consumo abusivo de bebidas alcoólicas aumentou entre as mulheres. Os dados são da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel Brasil 2010). A pesquisa indica que cerca de 15,1% dos brasileiros são fumantes, enquanto 22% já deixaram o vício. Os homens são os que mais fumam, mas também são os que têm mais deixado o vício e têm diminuído a quantidade de cigarros consumidos. Os mais velhos, que já fumaram mais de 20 anos, são os que mais têm parado de fumar.

“A diminuição é mais lenta entre os menos instruídos. A carga das doenças não transmissíveis diminui mais lentamente ou aumenta naqueles que têm menos estudo. Um em cada cinco fuma nas classes mais baixas”, explica o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa. Segundo ele, os mais velhos estão largando o tabagismo, enquanto os jovens começam a fumar, devido a sabores e cores que chamam a atenção dos adolescentes. "Assim o benefício é anulado".

Por outro lado, as mulheres têm abusado mais do consumo do álcool. 18% dos entrevistados disse ter consumido 5 doses para os homens ou 4 para as mulheres em única vez no último mês. Dentre elas, houve um crescimento chegando a 10,6% em 2010, apesar de os homens ainda abusarem com mais frequência do álcool. Os maiores índices foram encontrados em Recife, Salvador e Aracaju.

A pesquisa visa medir a prevalência de fatores de risco para infarto, diabetes, doenças respiratórias, responsáveis por mais de 64% das mortes no país. O levantamento, realizado anualmente desde 2006, apresenta dados sobre a saúde do brasileiro, a partir de indicadores como tabagismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas, sobrepeso e obesidade, alimentação e sedentarismo. É ouvida a população adulta com mais de 18 anos, nas 26 capitais e no Distrito Federal.

NÃO POR ISSO ABUSE DAS COISAS DO CORAÇÃO - Nova vacina reduz danos causados por infarto em mais de 60%

Cientistas britânicos dizem ter desenvolvido anticorpo que diminuiria os danos de ataques cardíacos sobre o tecido cardíaco e o cérebro.


Um estudo realizado na Grã-Bretanha comprovou que uma vacina aplicada em vítimas de ataque cardíaco pode reduzir em até 60% as inflamações do tecido cardíaco e os danos sobre as células do cérebro que se seguem a um infarto. Os ataques são causados pela interrupção do fluxo sangüíneo através de um coágulo ou sangramento que priva partes do corpo de oxigênio.

A maior parte dos danos a longo prazo ocorre quando a circulação se inicia novamente - e as próprias defesas do organismo atacam as células privadas de oxigênio. Esse efeito, que ocorre normalmente entre nove e 12 horas após um ataque cardíaco ou derrame, causa inflamação de grandes proporções e provoca mais de 80% dos danos permanentes sofridos. É isso que muitas vezes leva à morte ou à redução considerável da qualidade de vida das vítimas de ataques cardíacos e derrames.

Anticorpo

Mas após uma pesquisa de sete anos, cientistas da Universidade de Leicester contam ter desenvolvido um anticorpo capaz de impedir o corpo de atacar as células privadas de oxigênio. Com isso, as células passam a ser oxigenadas normalmente e, assim, os danos permanentes são reduzidos de forma significativa.

O primeiro passo foi identificar a enzima que tem um papel chave no processo de prejudicar a imunidade do coração. Após tê-la identificado, eles desenvolveram um anticorpo para neutralizá-la. A proteína seria tão eficaz que apenas duas injeções foram capazes de neutralizar a enzima, enquanto o coração se cura.

Foram realizados testes com ratos de laboratórios e mamíferos mais desenvolvidos e o anticorpo também se mostrou eficaz em testes feitos com sangue humano.Testes da vacina com seres humanos devem começar dentro de dois anos. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.