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terça-feira, 27 de novembro de 2012

CHICAGO por Eric Hines



Homenagem


Utilizando mais de 30 mil imagens captadas com câmera fotográfica de última geração entre julho e outubro deste ano e editadas em um vídeo com time lapse, o fotógrafo americano Eric Hines prestou belíssima homenagem ao centro de Chicago. Boa parte do filme, que tem como trilha sonora a canção “Trascendence”, da dupla americana The American Dollar, valoriza o aspecto noturno da cidade. A impressão que se tem, porém, é a de um núcleo urbano muito mais vívido e menos soturno do que toda a mística de Gotham City sugere. Ainda assim, trata-se de uma urbe para lá de imponente. (Do site do Ricardo Setti na veja http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/)

domingo, 11 de março de 2012

Você conhece esse monstro? CELSO FONSECA em quatro compassos da melhor bossa. E com indefectível sotaque carioca

CELSO FONSECACelso Fonseca

 É desde sua estréia profissional em 1981, um dos músicos brasileiros mais atuantes no cenário da MPB.

Conhecido muito tempo como guitarrista, tocou e gravou com artistas como Gilberto Gil, Milton Nascimento, Djavan, Gal Costa, Jorge Ben Jor, Chico Buarque, Caetano Veloso, Elza Soares, Marisa Monte, Adriana Calcanhotto, João Bosco, Jorge Mautner, Sergio Sampaio, Raul Seixas, com o lendário guitarrista Carlos Santana entre muitos outros.

Sua carreira de produtor começou em 1986, produzindo um disco de Vinícius Cantuária. Em seguida foi produtor de Gilberto Gil, Gal Costa, Virgínia Rodrigues, Daniela Mercury, Daúde, Dulce Quental, Zeca Baleiro, Paulinho Moska, Mart'nália, do grande mestre da guitarra portuguêsa António Chainho, da cantora Paula Morelenbaum e diversos outros.

Como compositor, sua carreira começa em 1983, tendo como principal parceiro o compositor Ronaldo Bastos. Logo a canção "Sorte", de autoria de ambos, foi gravada por Gal Costa e Caetano Veloso. Em seguida Celso Fonseca foi gravado por muitos outros intérpretes, como Nana Caymmi, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Gal Costa, Daniela Mercury, Zizi Possi, Ney Matogrosso, Carlinhos Brown, Belô Velloso, Ana Carolina, Verônica Sabino, Clara Moreno, Dominguinhos, Jamelão, Mart'nália, Virgínia Rosa, Bossacucanova, Ana Costa entre outros.

Como artista, tem onze discos lançados. O primeiro foi "Minha cara", pela WEA, em 1986. Depois lançou uma trilogia com Ronaldo Bastos que inclui os elogiadíssimos "Sorte" (1994 ) e "Paradiso" (1997). O terceiro da série - "Juventude / Slow motion Bossa Nova" - teve duas indicações ao prêmio Grammy Latino em 2001: melhor disco de MPB e melhor canção de MPB com "A voz do coração", dele e Bastos. MUITO MAIS EM SUA PÁGINA!!!







quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Herbie Hancock em duas passagens espetaculares: Concerto for Piano and Orchestra in G' - 2o. Movimento, em Gershwin's World (1998) e Watermelon Man

Herbie Hancock, ícone do jazz nascido em Chicago em 12 de abril de 1940 em plena IIa. Guerra Muncial teve formação clássica, passou naturalmente pelo blues e nos brinda neste post com deliciosas passagens como o meraviglioso 'Concerto for Piano and Orchestra in G' - 2o. Movimento, em Gershwins World (1998), no qual reverencia o mestre da música clássica que mais influenciou os USA. Também, aqui, o swing danado de bom em ''Watermelon Man' . Ouça duas performances emblemáticas desse monstro da musica, que para muitos formou na década de 60 ao lado de Miles Davis, o maior quinteto de jazz que existiu. Curta!




Discografia

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Wynton Marsalis compõe sinfonia de blues para orquestra

A carreira do consagrado trumpetista abrange o jazz, a música erudita e o trabalho de bandleader. Ele ficou famoso como virtuose do trompete e recebeu nove Grammy.

Foto: Divulgação
O trompetista norte-americano Wynton Marsalis. (Foto: Divulgação)

O aclamado trompetista Wynton Marsalis se prepara para lançar um projeto novo: compor uma sinfonia de blues para orquestra. Condizente com uma carreira que abrange o jazz, a música erudita, o trabalho de bandleader e de defesa das artes, a sinfonia de Marsalis é épica em sua escala. A intenção é celebrar a história dos Estados Unidos, desde a Revolução Americana até os dias de hoje, através do blues.


A Orquestra Sinfônica de Atlanta vai tocar a sinfonia em janeiro no Morehouse College, em Atlanta, como parte dos eventos anuais de comemoração do Dia de Martin Luther King. Ela apresentou dois movimentos da sinfonia em novembro.


Marsalis, de 48 anos, nasceu em Nova Orleans, o autoproclamado berço do jazz. Diretor artístico do Jazz at Lincoln Center, em Nova York, ele ficou famoso como virtuose do trompete, compositor e bandleader, tendo recebido nove prêmios Grammy e um Pulitzer de Música por suas apresentações e composições de jazz e música clássica. Marsalis já produziu duas obras épicas anteriores: "All rise" e "Blood on the fields", que recebeu o Pulitzer em 1997. O músico conversou com a Reuters sobre compor a Sinfonia de Blues e sobre grandes músicos de jazz como Duke Ellington e Jelly Roll Morton.

O que fez você se interessar por um projeto de sinfonia de blues?

Marsalis: Desde que comecei a fazer música, sempre me perguntei sobre a apropriação por músicos de orquestra de coisas tocadas por músicos de jazz. Me diverti muito fazendo apresentações com orquestras. Os músicos de orquestra são os que têm mais estudo no mundo.

Foi difícil traduzir as ideias de uma sinfonia de blues para a forma orquestral?

M: É difícil. Você tem que procurar o que vai soar bem. Os instrumentos são usados de maneiras diferentes. O processo todo levou quatro meses de trabalho intensivo, e ainda estou trabalhando nele, além de todo os outros trabalhos que tenho que fazer e além de viajar.


O que os jovens podem aprender sobre grandes jazzistas como Duke Ellington e Jelly Roll Morton, sobre os quais a sinfonia é baseada? M: Sempre incentivo os jovens a pesquisar alguma coisa quando se interessam por ela. O que todos nós precisamos fazer, velhos e jovens, é continuar a estudar. Na música a gente sempre é jovem.


Você sentiu nervosismo por compor uma sinfonia com um tema tão amplo? M: Nunca fico nervoso com nada. Estou apenas compondo música. Eu ficaria nervoso se estivéssemos em uma guerra ou algo do tipo. A música ou funciona ou não funciona. Cresci tocando muitos tipos diferentes de música. Toquei em "marching bands", em uma banda funk, uma banda comunitária, uma banda de jazz... Meu conceito de música é amplo. Meu conceito da história americana é amplo, porque Nova Orleans é uma cidade histórica. Vivendo lá, você sempre está cercado de história.


Como você compõe? M: Faço tudo à mão. Primeiro escrevo a partitura do piano. Preparo a linha geral da composição inteira. Quando a partitura do piano fica pronta, começo a fazer a orquestração. A composição leva tempo, mas tenho sorte porque nunca tenho problema em ter ideias. Tenho dificuldade com a parte técnica, porque nunca estudei orquestração. Demoro muito mais para visualizar como a coisa vai soar.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Água e Vinho e mais um pequeno regalo catado nas hostes de Egberto Gismonti

Intrigante. No mínimo, minimorum, INTRIGANTE. Já de há algum tempo ido ladeira abaixo (caso vindouro, agá não teria o 'h') tento burlar os vácuos da memória e escrever sobre 'O Mercador de Serpentes' de Egberto Gismonti. Não sei porque a música inspira a seqüência de letras metralhadas na velha Remington. Não vejo cerdas envenenadas lançadas por linotipos amassados pelos anos. Classificada como latin jazz, a música do álbum SONHO 70 é emblemática e reveladora. O álbum conta com a abertura de 'Janela de Ouro', secundada por 'Parque Laje', 'Ciclone', 'Indi', 'Sonho', 'Mercador...', 'Lendas', 'Pêndulo' e 'Lírica nº1'. Ouça aqui uma pequena homenagem às janelas douradas que se abrem, inclusive no etéreo mundo da WEB, principalmente 'ÁGUA E VINHO'. Somos, sei, vinho, o melhor vinho das barricas, o cão agonizante salvo do' acidente', o homem-negação da raça vil, o homem bom, o cuore douro à espera (mesmo sem saber) da melhor forja, da melhor forma, da paixão, da 'inexplicação'. Enjoy it

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Lester William Polsfuss - Les Paul MORREU II


“Eu me sinto como um prédio condenado com uma bandeira novinha em folha instalada em cima”

Deu no G1 - "Lester William Polsfuss, nome completo do aclamado músico e inventor nascido em Waukesha, no norte dos Estados Unidos, em 1915, morreu em um hospital da cidade de White Plains, no estado americano de Nova York, após "complicações de uma grave pneumonia", informou a Gibson Guitars em um comunicado de imprensa.Ele estava acompanhado da família e de amigos. "Ele havia sido hospitalizado em fevereiro de 2006, quando descobriu que ganharia dois Grammys por um disco que havia lançado depois de seu aniversário de 90 anos, “Les Paul & friends: American made, World played”.

“Eu me sinto como um prédio condenado com uma bandeira novinha em folha instalada em cima”, brincou na época. Como inventor, Paul ajudou a no nascimento do rock ‘n’ roll ao criar a primeira guitarra elétrica de corpo sólido, e também foi responsável por uma das invenções mais revolucionárias nos métodos de gravação: o gravador multicanal.

Com ele, os músicos puderam gravar instrumentos diferentes na mesma música, até mesmo cantando em harmonia consigo mesmos – além de poderem mexer no equilíbrio entre as faixas dos canais para finalizar suas gravações.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

terça-feira, 3 de março de 2009

Robert Crumb

Sugestão de leitura para quem gosta de jazz/blues/coutry e quadrinhos, inicialmente criado como séries de cartões colecionáveis, com lendas da música americana e publicado em edição com capa dura e cd anexo de músicas de alguns dos artistas, como "R. Crumb's heroes of Blues, Jazz & Country. As ilustrações vêm acompanhadas de breve biografia de artistas como Son House, Charley Patton e Jelly Roll Morton.




Obrigado Nilson!