domingo, 30 de março de 2014
terça-feira, 27 de novembro de 2012
CHICAGO por Eric Hines
Homenagem
domingo, 11 de março de 2012
Você conhece esse monstro? CELSO FONSECA em quatro compassos da melhor bossa. E com indefectível sotaque carioca
É desde sua estréia profissional em 1981, um dos músicos brasileiros mais atuantes no cenário da MPB.
Conhecido muito tempo como guitarrista, tocou e gravou com artistas como Gilberto Gil, Milton Nascimento, Djavan, Gal Costa, Jorge Ben Jor, Chico Buarque, Caetano Veloso, Elza Soares, Marisa Monte, Adriana Calcanhotto, João Bosco, Jorge Mautner, Sergio Sampaio, Raul Seixas, com o lendário guitarrista Carlos Santana entre muitos outros.
Sua carreira de produtor começou em 1986, produzindo um disco de Vinícius Cantuária. Em seguida foi produtor de Gilberto Gil, Gal Costa, Virgínia Rodrigues, Daniela Mercury, Daúde, Dulce Quental, Zeca Baleiro, Paulinho Moska, Mart'nália, do grande mestre da guitarra portuguêsa António Chainho, da cantora Paula Morelenbaum e diversos outros.
Como compositor, sua carreira começa em 1983, tendo como principal parceiro o compositor Ronaldo Bastos. Logo a canção "Sorte", de autoria de ambos, foi gravada por Gal Costa e Caetano Veloso. Em seguida Celso Fonseca foi gravado por muitos outros intérpretes, como Nana Caymmi, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Gal Costa, Daniela Mercury, Zizi Possi, Ney Matogrosso, Carlinhos Brown, Belô Velloso, Ana Carolina, Verônica Sabino, Clara Moreno, Dominguinhos, Jamelão, Mart'nália, Virgínia Rosa, Bossacucanova, Ana Costa entre outros.
Como artista, tem onze discos lançados. O primeiro foi "Minha cara", pela WEA, em 1986. Depois lançou uma trilogia com Ronaldo Bastos que inclui os elogiadíssimos "Sorte" (1994 ) e "Paradiso" (1997). O terceiro da série - "Juventude / Slow motion Bossa Nova" - teve duas indicações ao prêmio Grammy Latino em 2001: melhor disco de MPB e melhor canção de MPB com "A voz do coração", dele e Bastos. MUITO MAIS EM SUA PÁGINA!!!
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Herbie Hancock em duas passagens espetaculares: Concerto for Piano and Orchestra in G' - 2o. Movimento, em Gershwin's World (1998) e Watermelon Man
Discografia
- Takin' Off (1962)
- Inventions And Dimensions (1963)
- My Point Of View (1963)
- Empyrean Isles (1964)
- Maiden Voyage (1965)
- Blow Up (1966)
- Speak Like A Child (1968)
- The Prisoner (1969)
- Fat Albert Rotunda (1969)
- Mwandishi (1970)
- Crossings (1971)
- Sextant (1972)
- Mr. Funk (1972)
- Head Hunters (1973)
- Thrust (1974)
- Death Wish (Banda sonora) (1974)
- Man-Child (1975)
- Flood (1975)
- Secrets (1976)
- V.S.O.P. (1977)
- Feets Don't Fail Me Now (1978)
- Sunlight (1978)
- Monster (1979)
- Mr. Hands (1980)
- Magic Windows (1980)
- Quartet (1981)
- Lite Me Up (1981)
- Future Shock (1983)
- Sound System (1983)
- Perfect Machine (1988)
- A Tribute To Miles Davis (1992)
- Dis Is Da Drum (1995)
- The New Standard (1996)
- 1 & 1 (com Wayne Shorter) (1997)
- Gershwin's World (1998)
- Future 2 Future (2001)
- Portrait of Jaco, the Early Years (2002)
- Possibilities (2005)
- River: The Joni Letters (2007)
- The Imagine Project (2010)
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Wynton Marsalis compõe sinfonia de blues para orquestra
A carreira do consagrado trumpetista abrange o jazz, a música erudita e o trabalho de bandleader. Ele ficou famoso como virtuose do trompete e recebeu nove Grammy.
O aclamado trompetista Wynton Marsalis se prepara para lançar um projeto novo: compor uma sinfonia de blues para orquestra. Condizente com uma carreira que abrange o jazz, a música erudita, o trabalho de bandleader e de defesa das artes, a sinfonia de Marsalis é épica em sua escala. A intenção é celebrar a história dos Estados Unidos, desde a Revolução Americana até os dias de hoje, através do blues.
A Orquestra Sinfônica de Atlanta vai tocar a sinfonia em janeiro no Morehouse College, em Atlanta, como parte dos eventos anuais de comemoração do Dia de Martin Luther King. Ela apresentou dois movimentos da sinfonia em novembro.
Marsalis, de 48 anos, nasceu em Nova Orleans, o autoproclamado berço do jazz. Diretor artístico do Jazz at Lincoln Center, em Nova York, ele ficou famoso como virtuose do trompete, compositor e bandleader, tendo recebido nove prêmios Grammy e um Pulitzer de Música por suas apresentações e composições de jazz e música clássica. Marsalis já produziu duas obras épicas anteriores: "All rise" e "Blood on the fields", que recebeu o Pulitzer em 1997. O músico conversou com a Reuters sobre compor a Sinfonia de Blues e sobre grandes músicos de jazz como Duke Ellington e Jelly Roll Morton.
O que fez você se interessar por um projeto de sinfonia de blues?
Marsalis: Desde que comecei a fazer música, sempre me perguntei sobre a apropriação por músicos de orquestra de coisas tocadas por músicos de jazz. Me diverti muito fazendo apresentações com orquestras. Os músicos de orquestra são os que têm mais estudo no mundo.
Foi difícil traduzir as ideias de uma sinfonia de blues para a forma orquestral?
M: É difícil. Você tem que procurar o que vai soar bem. Os instrumentos são usados de maneiras diferentes. O processo todo levou quatro meses de trabalho intensivo, e ainda estou trabalhando nele, além de todo os outros trabalhos que tenho que fazer e além de viajar.
O que os jovens podem aprender sobre grandes jazzistas como Duke Ellington e Jelly Roll Morton, sobre os quais a sinfonia é baseada? M: Sempre incentivo os jovens a pesquisar alguma coisa quando se interessam por ela. O que todos nós precisamos fazer, velhos e jovens, é continuar a estudar. Na música a gente sempre é jovem.
Você sentiu nervosismo por compor uma sinfonia com um tema tão amplo? M: Nunca fico nervoso com nada. Estou apenas compondo música. Eu ficaria nervoso se estivéssemos em uma guerra ou algo do tipo. A música ou funciona ou não funciona. Cresci tocando muitos tipos diferentes de música. Toquei em "marching bands", em uma banda funk, uma banda comunitária, uma banda de jazz... Meu conceito de música é amplo. Meu conceito da história americana é amplo, porque Nova Orleans é uma cidade histórica. Vivendo lá, você sempre está cercado de história.
Como você compõe? M: Faço tudo à mão. Primeiro escrevo a partitura do piano. Preparo a linha geral da composição inteira. Quando a partitura do piano fica pronta, começo a fazer a orquestração. A composição leva tempo, mas tenho sorte porque nunca tenho problema em ter ideias. Tenho dificuldade com a parte técnica, porque nunca estudei orquestração. Demoro muito mais para visualizar como a coisa vai soar.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Água e Vinho e mais um pequeno regalo catado nas hostes de Egberto Gismonti
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Lester William Polsfuss - Les Paul MORREU II

“Eu me sinto como um prédio condenado com uma bandeira novinha em folha instalada em cima”, brincou na época. Como inventor, Paul ajudou a no nascimento do rock ‘n’ roll ao criar a primeira guitarra elétrica de corpo sólido, e também foi responsável por uma das invenções mais revolucionárias nos métodos de gravação: o gravador multicanal.
Com ele, os músicos puderam gravar instrumentos diferentes na mesma música, até mesmo cantando em harmonia consigo mesmos – além de poderem mexer no equilíbrio entre as faixas dos canais para finalizar suas gravações.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Return to Foverer in SPACE CIRCUS
sexta-feira, 27 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
Robert Crumb

Obrigado Nilson!

