“Colin” é apenas o primeiro longa-metragem do galês Marc Price, mas por causa do orçamento mínimo, ganhou repercussão mundial. Com um investimento de cerca de 40 libras (US$ 70 ou R$ 115), o cineasta criou seu filme de zumbis, levou-o para o Festival de Cannes, conseguiu que ele estreasse em circuito comercial no Reino Unido e que chegasse a países como o Brasil. “Colin” esteve em cartaz na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e estará no Festival Curta Fantástico, evento dedicado aos filmes de terror, fantasia e ficção científica. Na próxima sexta-feira (13), Price estará em São Paulo para, após a exibição de seu “pequeno filme de zumbis” (como ele mesmo diz), conversar com o público. Banhado de muito sangue e pontuado por poucas falas, “Colin” conta a história de um jovem que é mordido por zumbis e se transforma em um deles. O filme acompanha sua peregrinação por uma Londres imersa no caos, onde os poucos humanos que restam tentam, a todo custo, manter-se humanos. MAIS DO MESMO no G1 da Globo.
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009
COLIN - R$ 115 REAIS custou filme macabro de sucesso. Assista ao trailer
Da Série: Trash Movies de fundo do quintal.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Livro traz imagens assustadoras e poéticas de dissecação de defuntos no século XX
ROUBAR CORPOS DOS TUMULOS ERA UMA PRATICA COMUM.
Escolas de medicina pagavam. Livro traz imagens assustadoras. Fotografia de estudo de cadáveres virou moda nos anos 1910 e 1920. Estudantes usavam imagens até para cartões postais ou de visita.
Artigo de Abigail Zuger para o 'New York Times' apresenta imagens macabras, assustadoras e poéticas de dissecação no século XX. Segundo o texto, o "conjunto de objetos familiares ameaçados pela tecnologia digital inclui o velho (livros, quadros) e o novo (CDs). Há também o corpo humano, que conta como ambos. Não os corpos que nós usamos, mas aqueles que permitimos serem usados por profissionais da medicina durante seus estudos, para que se familiarizem com o terreno. Dissecar um cadáver tem feito parte da educação médica há milênios. Todavia, o cadáver que entra na sala de anatomia com a bênção tanto do último dono quanto do Estado é, na verdade, um fenômeno bastante novo. MAIS EM G1 > Ciência e Saúde - NOTÍCIAS - Livro traz imagens assustadoras e poéticas de dissecação no século XX
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