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quinta-feira, 7 de abril de 2011

BAFAFÁ e RIFIFI NAS ALTURAS - Comandante dá carona a moça no avião da Presidente Dilma até Natal-RN

O "Estadão" publica na sua edição de hoje uma nota curiosa com a marca da total irresponsabilidade. Dá conta de que o comandante da aeronave da Presidência da República, que transporta a presidente Dilma Rousseff, cometeu o desatino de infiltrar uma moça, clandestina, no vôo para Natal, durante o Carnaval. O Cel. Geraldo Correia de Lyra, sem dar pelotas às normas de segurança, deu "carona" a uma professora de educação física, Amanda Correa Patriarca, que vem a ser irmã da comissária da aeronave, Angélica Patriarca. A moça se esbaldou no Carnaval e retornou da mesma forma que chegou lá: com as graças do coronel. O absurdo vazou e se formou um furdunço que abriu uma crise no Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela segurança da presidente. Amanda disse ao jornal que o coronel ajudou a colocá-la no avião de última hora porque ele é "amigo" de sua família. Ela afirmou que a presidente Dilma Rousseff não sabia de sua presença. Todos viajaram a Natal e ficaram na cidade a passeio entre 4 e 8 de março. Muito bem, um apadrinhamento, um pistolão faz o impossível neste Pais. Agora o coronel está em situação difícil até porque, no retorno, contrariados, funcionários da Base Aérea de Brasília resolveram despachar a mala de Amanda para o gabinete da presidente.

A CHAMADA DO FILME, um vaticínio bem anterior aos incidentes de 11/9, dizia em uma antevisão de pitonisa então comediante, mais ou menos assim:

O que é mais lento do que velocidade da bala, e capaz de atingir os edifícios altos em um único salto.

terça-feira, 5 de abril de 2011

SAIU na REUTERS - Investimentos da Vale agora serão olhados com lupa


terça-feira, 5 de abril de 2011 18:51 BRT

Por Denise Luna

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Depois da surpresa da indicação de Murilo Ferreira, um ex-funcionário, para presidir a Vale, o mercado volta suas atenções para os investimentos da empresa, que foram alvo de críticas do governo no passado recente, por não estarem alinhados aos interesses de Brasília.

Em geral, investidores e analistas receberam de forma positiva a indicação de Ferreira, mas mantiveram cautela sobre os futuros desdobramentos da mudança na companhia. Preferem esperar para ver.

Além disso, é possível que a troca no comando provoque mudanças no nível de alta direção da mineradora, já que Murilo Ferreira deixou para trás dois executivos na ativa na companhia, Tito Botelho Martins e José Carlos Martins, cuja permanência na empresa agora gera dúvidas entre os acionistas.

"Principalmente o Martins (José Carlos) já passou pela mesma situação na CSN, quando Steinbruch preferiu a Maria Sílvia (Bastos Marques). Não sei se ele fica depois dessa", disse uma fonte que acompanhou de perto o processo de sucessão da Vale e pediu anonimato.

A saída da diretora de Recursos Humanos e Serviços Corporativos, Carla Grasso, no entanto, muito ligada ao atual presidente da Vale, Roger Agnelli, já é dada como certa, segundo a fonte.

Assim, possivelmente com uma diretoria em ajustes, Ferreira assumirá em maio com o estigma de ser mais afinado com o governo e por isso ficará na mira do mercado. A prova final, na opinião de analistas, só poderá ser tirada no decorrer do ano.

"A gente vai ter que ficar acompanhando e ver os novos sinais que ele vai passar. Vamos ver Belo Monte, o cronograma de investimentos, se vai ter algum anúncio de revisão, tem que ver se vão ceder nos royalties. Aos poucos vamos ver os sinais", avaliou Pedro Galdi, analista da SLW Corretora.

BRASIL E EXTERIOR Continuação...

segunda-feira, 4 de abril de 2011

NOVO PRESIDENTE DA VALE DO RIO DOCE - Murilo Ferreira assumirá comando da Vale no lugar de Roger Agnelli


O GLOBO
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RIO - O executivo Murilo Ferreira, ex-diretor da Vale e ex-presidente da Inco, vai assumir o comando da Vale no lugar de Roger Agnelli, segundo fontes do setor. Ferreira já foi diretor-presidente da CVRD Inco, em 2007, sendo substituído por Tito Martins cerca de um ano depois, quando saiu da empresa.

INFOGRÁFICO : situação da Vale hoje, lucro recorde e projetos para 2011

LEIA MAIS :Planalto tinha embates com Agnelli desde 2008

A decisão foi tomada em reunião de acionistas da Valepar, holding que controla a Vale, na noite desta segunda-feira. A informação, ainda não oficial, será formalizada em fato relevante pela Comissão de Valores Mobiliários ainda esta noite.

Ferreira ingressou na companhia em 1977 como técnico em economia e finanças. Foi diretor de Participações e Desenvolvimento de Negócios e presidiu a Inco entre 2007 e 2008.

Formado em Administração de Empresas pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) de São Paulo, ele é pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro.

A saída de Agnelli foi antecipada pelo colunista Ancelmo Gois no fim de março. Agnelli presidiu a mineradora por cerca de dez anos. O risco de influência política na estratégia de atuação da Vale sempre foi a maior preocupação do mercado com a troca no comando da mineradora.