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terça-feira, 25 de setembro de 2012

quarta-feira, 6 de abril de 2011

BORROU-SE À TRAMELA DO 'JOÃOZINHO' - Bob Dylan estreia na China aos 69 anos, BUT... sem músicas de protesto

Público de 10 mil fãs quase lotou Ginásio dos Trabalhadores de Pequim.

Cantor tocou faixas como 'Like a rolling stone' e 'A hard rain's a-gonna fall'.

Da EFE

Bob Dylan em show na China nesta quarta-feira (6) (Foto: Reuters)Bob Dylan em show na China nesta quarta-feira (6)
(Foto: Reuters)

Foi preciso esperar 50 anos de carreira, mas nesta quarta-feira (6) Bob Dylan finalmente se apresentou na China, embora sem cantar seus hinos políticos mais famosos, "The times they are a-changin'" e "Blowin' in the wind".

O público de Pequim, no entanto, pareceu não se importar, vibrou emocionado e respondeu com aplausos, especialmente quando Dylan tocou outra de suas músicas mais populares, "Like a rolling stone".

Cerca de 10 mil pessoas, aproximadamente 90% da capacidade máxima, assistiram ao histórico show no Ginásio dos Trabalhadores de Pequim, que não via tanta animação desde quando acolheu as disputas de boxe nas Olimpíadas de 2008.

O público, formado em sua maioria por jovens e estrangeiros, também se entusiasmou com outro de seus clássicos, "A hard rain's a-gonna fall", embora tenha se mostrado um pouco frio no início do show, quando Dylan tocou alguns de seus trabalhos mais recentes.

O artista, que no dia 11 de abril comemorará 50 anos de carreira, preferiu em boa parte da apresentação desviar o centro das atenções para seus companheiros de banda, tocando quase sempre o teclado em uma das laterais do palco, embora em algumas ocasiões tenha prendido o violão no pescoço e lançado mão de sua inseparável gaita, que quando soou obteve mais palmas do público.

Tudo isso em um cenário austero, no qual a longa sombra do cantor e seu chapéu foram na maior parte do tempo a única decoração. Dylan quase não falou com o público entre as músicas, mas compensou dando o máximo de sua rouca voz em cada canção e pondo a plateia de pé no final da apresentação, algo raro em um país onde todos os shows são sentados.

Plateia assiste ao show de Bob Dylan na China (Foto: AFP)Plateia assiste ao show de Bob Dylan na China (Foto: AFP)

No fim do espetáculo, ao contrário de sua performance anterior - em Taipé, a capital da ilha de Taiwan -, Dylan não recitou sua ode contra a guerra, "Blowin' in the wind", e optou por uma canção sem conotações políticas na qual se declarou disposto a continuar na estrada por muitos anos: "Forever young".

A ausência de canções como "The times they are a-changin'", que nos anos 1960 alimentou os sonhos revolucionários ocidentais, faz pensar se a censura chinesa, como ocorreu há meia década com os Rolling Stones, não teria enviado aos organizadores uma lista de canções "não permitidas", embora a pergunta a esta dúvida, como diria Dylan, está pairando no vento.

Contudo, a apresentação do antigo "rebelde", que será repetida dentro de dois dias em Xangai, é um detalhe, embora simbólico, da abertura do país ao exterior, em um momento especialmente difícil para as liberdades no gigante asiático, devido à perseguição à dissidência elevada com a prisão do mais famoso artista nacional, Ai Weiwei.

Bob Dylan (Foto: AP)Bob Dylan se apresenta pela primeira vez em Pequim (Foto: AP)

O show desta terça-feira (5), unido ao apresentado recentemente em Pequim por outros artistas veteranos como The Eagles, levanta a hipótese de que as autoridades culturais chinesas abandonaram o receio sobre as estrelas de rock estrangeiras que se iniciou em 2008, quando a islandesa Björk pediu a independência do Tibete em Xangai.

Dylan, por sua vez, tem nos próximos dias outro evento de grande importância simbólica para sua carreira: um show marcado para o próximo dia 10 de abril em Ho Chi Minh, a antiga Saigon.

Será sua primeira atuação no Vietnã, um país cuja guerra foi condenada pela juventude americana enquanto ouvia as canções deste pai do rock alternativo.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Confira a listagem com o TOP 500 da Rolling Stone

Nesse endereço você encontra mais uma daquelas listas blá-blá-blá. Curta e acesse o rol elaborado pela Rolling Stone Magazine com as TOP 500 músicas de todos os tempos em http://www.metrolyrics.com/rs




domingo, 6 de dezembro de 2009

A Hard Rain’s A Gonna Fall - Música de Bob Dylan adotada como hino informal da Convenção sobre mudanças climáticas de Copenhague

Bob Dylan apresentou canção pela primeira vez em 1962.

Barbara Plett - Correspondente da BBC na ONU, em Nova York...O músico Bob Dylan - ou pelo menos uma de suas canções - será um dos destaques na conferência sobre mudanças climáticas em Copenhague. A ONU adotou a canção A Hard Rain’s A Gonna Fall (Uma Chuva Dura Irá Cair, em tradução-livre), como seu hino não-oficial para as negociações. Essa é uma música mais conhecida como um canal para os temores de uma geração que vivia sob a ameaça de uma guerra nuclear. Dylan a apresentou pela primeira vez em 1962 no alto da guerra Fria, pouco antes que um plano soviético de colocar mísseis atômicos em Cuba gerasse uma crise entre os Estados Unidos e a União Soviética. Mas Hard Rain envelheceu bem, e agora está sendo invocada para destacar os temores que esta geração tem de uma calamidade ambiental. MAIS DO MESMO em http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/12/091205_dylan_copenhague_ir.shtml

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Bob Dylan e Paul McCartney - parceria até o final do ano?

Aos 67 anos, Bob Dylan acaba de lançar 'Together through life', 33º disco da virtuosa carreira. 'Seria realmente excitante trabalhar com Paul', disse Dylan em entrevista a revista Rolling Stone que retrata o excelente momento de sua carreira, pois acaba de alcançar o topo das paradas dos EUA e do Reino Unido com o novo álbum. Mais em G1 > Música - NOTÍCIAS - Bob Dylan pode fazer parceria com Paul McCartney