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sexta-feira, 25 de março de 2011

O Ovo da APRASC não tem Colombo que lhe ponha de Pé! Enquanto isso... civis, policiais e a segurança pública...óohhh


POLICIAL MILITAR EM JOINVILLE

A Associação de Praças de Santa Catarina esclarece que os últimos episódios de desequilíbrio envolvendo policiais e bombeiros militares não são fatos isolados.
Os policiais e bombeiros que estão nas ruas para defender a sociedade sofrem pela falta de uma política séria para a Segurança Pública.
Os últimos governos e comandos pioraram esta situação, aumentando ainda mais a discriminação salarial e afrontando a dignidade dos praças. O plano de carreira está estagnado por falta de iniciativa administrativa das autoridades, deixando muitos militares aguardando mais de 20 anos por uma única promoção. A falta de efetivo aumenta a carga de responsabilidade e de sacrifícios dos que estão trabalhando.
Infelizmente, muitos policiais e bombeiros trabalham doentes, pois o afastamento médico provoca uma substancial diminuição dos salários, já bastante baixos. As escalas de serviço na maior parte do Estado chegam a 24 horas, com 48 horas de folga, praticamente impedindo a vida social dos militares. Esta combinação leva aos acontecimentos lamentáveis que temos visto, e os que se mobilizam para mudar este quadro são punidos severamente.
É preciso que a Segurança Pública seja compreendida como política de Estado e que as ações sejam planejadas e implementadas independente do partido que esteja no Governo. Entendemos que essa é a única forma de sairmos deste caos, evitando que a sociedade catarinense seja prejudicada.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Porrada em grevistas da prefeitura retira expressiva assinatura de manifesto da APRASC contra Luis Henrique

Ouço há pouco mais de meia hora, ali no calçadão da R. Felipe Schmidt esquina com R. Deodoro, no centro de Florianópolis, o seguinte diálogo: - se não tivessem baixado a porrada nos grevistas da prefeitura eu até assinava. Era a resposta de um senhor de aproximadamente 65 anos ao apelo que saia monocórdio do serviço de som da APRASC, conclamando os transeuntes a assinarem mais um dos trocentos manifestos contra Luis Henrique, traidor das promessas aos praças, da PM et coetera et coetera. No coments, uma vez que a frase que fala por si só revela um sentimento real de parcela da população, que SERIA parceira política das reivindicações dos militares. Soma-se ainda nessa conta, o sentimento de insegurança, a balbúrdia e a imundície que se tornou o Centro da Capital...