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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Amanda Knox pode ser culpada, mas não havia provas, diz o juiz do caso

Verdade da corte não é a verdade real, disse Claudio Pratillo Hellmann.

Americana foi absolvida de assassinato de colega britânica na Itália.

Da Reuters

O juiz italiano que presidiu o julgamento da estudante norte-americana Amanda Knox por homicídio disse à mídia local que a estudante norte-americana pode ter sido culpada, mas teve de ser absolvida por causa de dúvidas sobre as provas que a ligam à morte da britânica Meredith Kercher em 2007.

Knox, de 24 anos, viajou para casa em Seattle, na costa oeste dos Estados Unidos, na terça-feira e foi recebida como uma heroína depois que uma corte de apelações na cidade italiana de Perugia derrubou a condenação de 2009 pelo assassinato da colega de quarto britânica, então com 21 anos.

"Eles estão livres por não terem cometido o crime", disse o juiz Claudio Pratillo Hellmann ao diário "La Stampa".

"Mas essa é a verdade da corte, não a verdade real. E isso pode ser diferente."

Amanda Knox é confortada pela irmã Deanna logo após chegar a Seattle nesta terça-feira (4) (Foto: AP)Amanda Knox é confortada pela irmã Deanna logo após chegar a Seattle nesta terça-feira (4) (Foto: AP)

Ele disse ao diário "Corriere della Sera": "Eles podem ter sido responsáveis, mas não há prova. Talvez eles saibam o que aconteceu aquela noite. Nós não."

Hellmann foi um dos oito juízes do painel que na segunda-feira absolveram Knox e seu ex-namorado italiano Raffaele Sollecito da acusação de homicídio.

A absolvição levantou mais questões do que respostas sobre quem cometeu o crime. Os promotores disseram que eles apelarão para reverter o veredicto.

O andarilho marfinense Rudy Guede, que foi considerado culpado e condenado a 16 anos em um julgamento diferente, é a única pessoa presa pelo assassinato, embora os promotores tenham dito que ele não poderia ter matado Kercher sozinho.

O corpo dela seminu foi encontrado com mais de 40 ferimentos e um corte profundo na garganta. Os promotores afirmam que a ausência de sinais de luta no corpo mostra que os agressores a alfinetaram e um deles a esfaqueou no pescoço.

"Certamente Rudy sabe o que aconteceu e não disse', afirmou Hellmann. "Talvez os outros dois réus também saibam, porque, eu repito, nossa decisão de absolver foi o resultado da verdade determinada pelo julgamento."

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Dois garotos de 10 anos são julgados por estupro de garota em Londres


Corte onde caso é julgado, em Londres

Casos como este são raros, mas frequentes

Dois meninos de 10 anos de idade estão sendo julgados na Grã-Bretanha sob acusação de terem estuprado uma menina de 8 anos.

A polícia começou a investigação depois que a menina contou à mãe que havia sido atacada quando foi deixada brincando com os meninos em um parque perto de casa, no oeste de Londres, sem a supervisão de um adulto, em outubro.

A menina então prestou depoimento a investigadores especializados em casos de violência sexual, que recomendaram o julgamento. A primeira audiência está marcada para esta quinta-feira.

Outros casos

Pela lei britânica, crianças com menos de 10 anos não são consideradas em uma idade em que possam ser responsabilizados por seus crimes. Segundo a polícia, acusações de estupro contra crianças desta idade são raros, mas já houve casos semelhantes nos últimos anos. Em março, um menino de 8 anos se tornou a pessoa mais jovem do país a ser interrogada por suspeita de estupro. Mesmo contando com a acusação da vítima, uma menina de menos de 10 anos, o garoto não pode ser preso ou indiciado por causa da sua idade.

Em 2004, um menino de 12 anos se tornou o mais jovem estuprador conhecido na Grã-Bretanha após ter sido condenado por atacar uma garota de 9 anos, durante uma brincadeira de esconde-esconde na casa dele. No ano passado, outro garoto da mesma idade também foi condenado após ter confessado o estupro de uma menina de 7 anos.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Amanda Knox condenada. Família de Meredith Kercher satisfeita com o duro veredito

Amanda Knox, Guilty. Pegou 26 anos. Raffaelli Sollecito, o ex-namorado, pegou 25 anos. Tribunal italiano condena estudante dos EUA pela morte da colega de quarto Meredith Kercher em 'jogos sexuais'. Seu ex-namorado italiano também foi condenado. ASSISTA aqui:

Family of Meredith Kercher welcome guilty verdict as 'a little bit of justice'

The family of murdered student Meredith Kercher have welcomed the conviction of her killers but said her death would always leave a huge hole in their lives.

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(From L) Murdered British student Meredith Kercher's father John,sister Stephanie brothers John and Lyle and mother Arlyne give a press conference: Family of Meredith Kercher welcome guilty verdict as 'a little bit of justice'
(From L) Murdered British student Meredith Kercher's father John,sister Stephanie brothers John and Lyle and mother Arlyne give a press conference Photo: AFP/GETTY

Speaking at a press conference in Perugia, Italy, her brother John, 32, said: "Meredith leaves a big hole in our lives and her presence is missed every time we meet as a family. We prefer not to remember her that way [as a murder victim]. We want to concentrate on the 21 years we did have with her."

The family spoke hours after the guilty verdicts were passed on American student Amanda Knox, 22, and her boyfriend Raffaele Sollecito, 25.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Amanda Knox, Guilty. 26 years. Raffaelli Sollecito, guilty. 25 years. Both received heavy sentences of the court. CONDENADA!!!

Tribunal italiano condena estudante dos EUA acusada de matar colega de quarto
Amanda Knox foi culpada por morte de Meredith Kercher em 'jogos sexuais'.
Seu ex-namorado italiano também foi considerado culpado.

Foto: APUm tribunal italiano decidiu neste sábado (5) que a estudante americana Amanda Knox, de 22 anos, é culpada de ter assassinado a sua colega de quarto, a britânica Meredith Kercher, dois anos atrás. O ex-namorado italiano de Amanda, Raffaele Sollecito, também foi condenado. O crime teria sido cometido porque Kercher não quis participar de jogos sexuais movidos a bebida alcoolica propostos pelo casal. O tribunal de Perugiu sentenciou Amanda a 26 anos de prisão. Sollecito pegou 25. Knox, de Seattle, foi acusada de ser a mentora intelectual do crime, ocorrido em novembro de 2007, quando elas dividiam um quarto em uma universidade da cidade.