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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Mass Murder Agenda - Never Again - Great Metal from Sweden



Mass Murder Agenda:

Joakim Hedestedt - Bass
Tristan Agdler - Vocals
Martin Sundberg - Guitar
Henrik Blomqvist - Audio/video Warfare
Christofer Barkensjö - DrumsMass Murder Agenda was born in the late summer of 2009 by Bass player Joakim Hedestedt (Face Down, Nation Beyond, ex-Construcdead). The Idea was to mix thrash with industrial metal with no intention at all of being original, just aggressive enough to play live. After written four bone crushing songs came the hard task to find the right band.
For the vocal parts Joakim chose his long time friend Tristan Agdler (ex-NIL) for his perfect mix of hard and melodic voice.
For programming and technical issues the hard burden fell on Henrik Blomqvist (ex-Face Down), a choice that shown to be over all expectations.
When it came to drums there were only one name, Christoffer Barkensjö (Construcdead, Face Down and Kaamos) beside the fact of friendship Chris is by far one of the best metal drummers out there.
After trying a few guitarists an old friend gave tips of her boy friend Martin Sundberg (ex-Sexy Death), he was looking for a way into the more aggressive metal scene. Needless to say this was the best choice ever, besides being a very good friend, Martin brings the right heaviness and also the skills to program the right industrial sound.
Up to today we have spent the last months rehearsing and writing, I hope you like what you hear…best described as “Industrial Hardcore”…enjoy!

segunda-feira, 14 de março de 2011

"Desejo & Depravação" - Leia matéria da BBC sobre mostra no Museu Nacional de Estocolmo

CULTURA

Mostra na Suécia explora 500 anos de 'desejos e depravações'

'Danaë and the shower of gold', de Adolf Ulrik Wertmülle

Exposição mostra como a virtude e o pecado são representados na arte

"Desejo & Depravação" é o tema provocante da mostra que o Museu Nacional de Estocolmo exibe na capital sueca a partir de 24 de março, com mais de 200 obras que ilustram as mudanças na percepção de sexualidade e moralidade através dos séculos.

A exposição vai reunir trabalhos que vão desde o século 16 até a atualidade, explorando os contrastes na forma como a virtude e o pecado têm sido representados na arte em diferentes épocas.

"Queremos que os visitantes tenham as suas próprias interpretações sobre o que é desejo e o que é depravação", disse à BBC Brasil a gerente de divulgação do Museu, Anna Jansson.

"A arte erótica sempre foi produzida por homens e para homens. Quisemos mudar essa perspectiva, e por isso incluímos várias artistas mulheres na parte contemporânea da mostra."

Pinturas de traseiros femininos vão decorar a primeira sala da mostra, em uma referência considerada pecaminosa em outros tempos: os organizadores da exibição observam que, no passado, os valores vigentes rezavam que o sexo, além de restrito ao casamento, exigia contato visual frontal entre o casal a fim de ser moralmente aceitável.

'Satyre and nymph', de Agostino Carracci

Artistas faziam insinuações moralistas contra estilos de vida pecaminosos

Vida virtuosa

Uma das montagens da exposição mostra como as meninas eram educadas para viver uma vida virtuosa, a fim de arranjarem um bom marido. Entre os itens em exibição estará um cinto de castidade cedido pelo Nordiska Museet de Estocolmo.

Obras dos séculos 16 estarão representando a rígida moral religiosa do período. Nessa época, muitos artistas pintavam detalhes eróticos em cenas míticas ou bíblicas, em geral carregadas de insinuações moralistas sobre as consequências de um estilo de vida pecaminoso.

No século 18, pinturas de tom erótico eram em grande parte restritas aos aposentos privados dos homens. Até a metade do século 19, os museus ainda enfrentavam dilemas para exibir obras com nuances eróticas. Como observa Anna Jansson, alguns museus chegavam a encomendar folhas de figueira para encobrir as partes íntimas representadas em esculturas antigas.

'Nicklas', de Sara-Vide Ericson/Galleri Magnus Karlsson

Obras de artistas mulheres também estão na exposição

Havia, no entanto, uma enorme diferença entre o comportamento que a Igreja pregava para as massas e as liberdades que as elites se davam. A mostra examina a visão das classes altas no século 18, para as quais o casamento era essencialmente uma instituicão social – paixões ardentes eram buscadas com frequência longe da bênção dos padres.

A partir do século 19, com a expansão da urbanização e o crescimento das cidades, os encontros sexuais anônimos e a prostituição trouxeram novas interpretações de sexualidade e moralidade.

A visão contemporânea de virtude e pecado estará representada na mostra por obras de artistas suecos e dinamarqueses como Kristina Jansson, Gisela Schink e Lars Nilsson.

”Desejo & Depravacão” estará aberta ao público até 14 de agosto.