terça-feira, 4 de março de 2014
Fechando o CARNAVAL 2014, em sincera homenagem ao Arnesto (R.I.P. ao 'muso' de Adoniran), Adoniran Barbosa e TODOS os grandes mestres que nos brindaram com belíssimos SAMBAS de inegável qualidade, nosso modesto protesto in memoriam dos clássicos, porque aqui não tem lepo-lepo nem beijim-no-ombro - DEEP PURPLE live at New York, USA, 1973 / live at Copenhagen, Denmark, 1972 - FULL Concerts
sábado, 15 de outubro de 2011
O lixo extraordinário de Hoboken
Hoje, no Mulheres pelo Mundo, a jornalista e escritora Martha M. Batalha fala do lixo de seus vizinhos novaiorquinos.
Como 90% das pessoas que se consideram novaiorquinas, eu não moro em Manhattan. Funciona assim: com a chegada do primeiro filho, é preciso decidir entre pintar o closet de rosa para abrigar a neném ou se mudar para um lugar maior. Acontece que Lugar maior e Manhattan só coexistem na mesma frase na cartilha dos milionários. Eu moro em Hoboken, uma cidade do outro lado do Rio Hudson que tem mais ou menos o tamanho (e a renda per capita) de Ipanema. Hoboken ainda é muito rica. Uma riqueza que está nas Ferraris que volta e meia passeiam pelas ruas, nos aneis de brilhante das americanas que pegam o onibus comigo e, principalmente, no lixo da cidade.
Por ter os olhos nascidos e criados em outra cultura, e por ser casada com um cubano/portorriquenho cuja tia-avóo ainda mora na ilha e faz pudim em uma lata de tomate cortada ao meio, eu não consigo passar pelas ruas de Hoboken sem me impressionar com o lixo. São computadores, TVs, sofás, colchões, cadeiras (vejam as fotos no final do post). O americano joga estas coisas na rua com a facilidade que um brasileiro joga papel de bala. No Brasil, eu tirava da panela as sobras de comida e colocava em um saco plástico antes de jogar fora porque sabia que alguem poderia revirar o lixo e fazer daquilo uma refeição. Aqui, eu vejo a panela no lixo.
Um tempo atrás decidimos trocar nossa TV e, em vez de jogá-la no lixo como os nossos vizinhos, a levamos até o Exército da Salvação, que aceita doações e as revende a preços simbólicos. Quando chegamos, havia um cartaz na porta:
- A partir de agora só aceitamos computadores e TVs de tela plana.
Quando os pobres de um lugar só aceitam doações de TVs de tela plana, quando os aneis de brilhante de quem anda de ônibus são verdadeiros e quando a gente tem medo de manobrar o carro porque pode tocar uma Ferrari é porque a palavra remediado não faz parte do cotidiano do lugar.
Não acho que os americanos sejam piores do que nós porque jogam tudo fora. Só acho que nasceram em outro mundo. O mundo fantástico dos recursos naturais eternos e dos cartões de crédito infinitos. Nós, brasileiros, também cometemos nossos pecados de consumo. Mas, além de consumirmos menos, é dificil ver o que se joga fora, porque existe uma imensa rede de empregadas domésticas, orfanatos, ONGs e asilos, que absorvem o supérfluo descartado.
Porque era dificil de acreditar em tantas coisas jogadas fora, eu passei a fotografar. E divido as fotos aqui, para que vocês tambem achem dificil de acreditar – e por isso tenham que ver.
@marthambatalha
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Tá explicado: Rudolph Giuliani veio VENDER 'segurança pública' para o Rio de Janeiro e quem sabe sobra um contratinho na megalômana-Floripa
domingo, 29 de novembro de 2009
Modelo que ficou pelada em museu de New York é inocentada em corte dos EUA
28/11/09 - 09h10 - Atualizado em 28/11/09 - 09h11
Justiça rejeita acusação contra modelo que posou nua em museu de Nova York
Kathleen Neill, de 26 anos, tinha sido detida no dia 26 de agosto.
Ensaio não autorizado fazia parte de projeto do fotógrafo Zach Hyman.
A Justiça americana rejeitou nesta semana a acusação de exposição indecente contra a modelo Kathleen Neill, de 26 anos, depois que ela posou nua para um fotógrafo em uma das salas do Museu Metropolitano de Arte de Nova York, nos Estados Unidos.