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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Disco de inéditas de Michael Jackson deve ser doado a museu da Escócia


Canções são baseadas em poemas do escocês Robert Burns.

Produtor e amigo do astro teria negociado a doação, diz jornal britânico.

Do G1 RJ
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Michael Jackson em entrevista coletiva em 5 de março de 2009 (Foto: AFP)Michael Jackson em entrevista coletiva
em 5 de março de 2009 (Foto: AFP)
Um disco de inéditas de Michael Jackson, baseado em poemas do escocês Robert Burns, pode estar perto de ser divulgado.
De acordo com o jornal britânico "The List", o produtor David Guest, ex-marido de Liza Minnelli e amigo pessoal do astro, teria visitado o museu dedicado ao poeta em Ayrshire, na Escócia, e negociado a doação do material.
A diretora do Robert Burns' Birthplace Museum, Nat Edwards, confirmou a informação ao diário inglês e teria dito que gostaria de poder fazer cópias em CDs para arrecadar fundos.
Michael Jackson seria um "apaixonado" pela poesia de Burns, segundo Gest. "Originalmente queríamos fazer um musical sobre a vida de Burns com a direção de Gene Kelly e Antony Perkins como produtor-executivo - mas os dois morreram", disse Gest, há quatro anos, quando foi divulgada a existência das gravações.
Ainda segundo o produtor, o disco transforma em "música contemporânea" pemas de Burns, e teria sido gravado na casa do astro em Los Angeles.
Robert Burns é considerado o bardo nacional da Escócia e morreu em 1796.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Museu exibe carta inédita de Hitler

Documento é de 1919, quando Adolf Hitler era um cabo do Exército alemão.

Sobreviventes do holocausto foram os primeiros a ver a carta.

Do G1, com informações da Globo News

O Museu de Tolerância de Los Angeles, nos Estados Unidos, começou a exibir uma carta inédita de Adolf Hitler, datada de 1919. O documento mostra que o ódio pelos judeus já fazia parte do mentor do holocausto desde que ele era apenas um cabo do Exército alemão.

A veracidade da carta, de quatro páginas, assinada por Hitler, na época um sobrevivente da 1ª Guerra Mundial, foi comprovada por um especialista em caligrafia.

Na carta, o futuro ditador alemão afirma que um governo poderoso poderia reduzir a ameaça dos judeus se negasse a eles os seus direitos. Mas o objetivo final seria a eliminação de todos os judeus juntos.

Sobreviventes do holocausto foram os primeiros a ver a carta exibida no museu.