sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Rodrigo y Gabriela
Biblioteca
Hoje vai uma indicação para os ratos de biblioteca: um site muito interessante onde se pode catalogar a própria biblioteca e trocar informações com outros usuários, além de um blog com resenhas de livros. Boa leitura!librarything
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Neil Young e Led Zeppelin - When The Levee Breaks
http://myspacetv.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&videoid=4188156
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Morre o Compositor alemão Stockhausen
Morreu na última quinta-feira, 06, em Küerten, na Alemanha, o compositor Karlheinz Stockhausen, aos 79 anos de idade. O falecimento foi informado nesta sexta-feira, 07, através de um comunicado da Fundação Stockhausen. O músico é um dos mais importantes e talentosos compositores alemães do século XX, sendo autor de 362 obras altamente complexas. Stockhausen compôs entre 1954 e 1960 as suas obras mais conhecidas e é considerado um dos precursores da música eletrônica.
Stockhausen foi muito influente e teve um papel decisivo no movimento Fluxus, na década de 60, que pregava a abolição dos limites tradicionais entre arte e sociedade. Chegou a trabalhar com o poeta Allen Ginsberg e com o artista plástico Nam June Paik. As idéias de Stockhausen influenciaram os Beatles que de certa forma o homenagearam com um retrato seu na montagem da capa do álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”.
Na década de 70 o compositor iniciou os trabalhos no épico “Licht”, que foi apresentado na íntegra só em 2004. A obra completa é dividida em sete partes que representam os dias da semana e tem duração total de mais de 29 horas, sendo a composição mais longa da história da música.
O enterro será realizado em Kürten, próximo de Colônia, Alemanha, segundo informou a Fundação Stockhauser.
Fonte: Rock Online.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Zappa
ZAPPA - DETRITOS COSMICOS
Autor: MASSARI, FABIO
Editora: CONRAD DO BRASIL
Assunto: BIOGRAFIAS, DIARIOS, MEMORIAS & CORRESPONDENCIAS
Preço: R$ 38,00
Bizarro, incompreendido, sincrético. Qualquer adjetivação do trabalho de Zappa corre às franjas do senso comum. Fábio Massari a quem nunca vi mais gordo - aliás - magro como nos tempos da MTV - foi feliz em alinhavar sua composição sem cair na esparrela de 'classificar/rotular' Frank Zappa e a vanguarda traduzida em seus solos que exigem ouvidos treinados, em suas partituras reverenciadas por maestros e no reconhecimento de musicistas clássicos. Bom livro, com curiosidades e seleção biográfica de primeira linha que transita além da 'mediucridade' das fofocas sobre o maistream do pop- rock internacional, inobstante a aridez do cenário literato-musical. A escolha dos depoentes e a organização dos depoimentos é de alto nível.

By LesPaul.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
O eterno Borges

(Os teólogos, em O Aleph)
Mirar el río hecho de tiempo y agua
y recordar que el tiempo es otro río,
saber que nos perdemos como el río
y que los rostros pasan como el agua.
Sentir que la vigilia es otro sueño
que sueña no soñar y que la muerte
que teme nuestra carne es esa muerte
de cada noche, que se llama sueño.
Ver en el día o en el año un símbolo
de los días del hombre y de sus años,
convertir el ultraje de los años
en una música, en un rumor y un símbolo,
Ver en la muerte el sueño, en el ocaso
un triste oro, tal es la poesía
que es inmortal y pobre. La poesía
vuelve como la aurora y el ocaso.
A veces en las tardes una cara
nos mira desde el fondo de un espejo;
el arte debe ser como ese espejo
que nos revela nuestra propia cara.
Cuentan que Ulises, harto de prodigios,
lloró de amor al divisar su Itaca
verde y humilde. El arte es esa Itaca
de verde eternidad, no de prodigios.
También es como el río interminable
que pasa y queda y es cristal de un mismo
Heráclito inconstante, que es el mismo
y es otro, como el río interminable.
Jorge Luis Borges
O diâmetro do Aleph seria de dois ou três centímetros, mas o espaço cósmico estava ali, sem diminuição de tamanho. Cada coisa (o cristal do espelho, digamos) era infinitas coisas, porque eu a via claramente de todos os pontos do universo. Vi o populoso mar, vi a aurora e a tarde, vi as multidões da América, vi uma prateada teia de aranha no centro de uma negra pirâmide, vi um quebrado labirinto (era Londres), vi intermináveis olhos próximos perscrutando em mim como num espelho, vi todos os espelhos do planeta e nenhum me reflectiu, vi (...), vi o Aleph, de todos os pontos, vi no Aleph a terra, e na terra outra vez o Aleph e no Aleph a terra, vi o meu rosto e as minhas vísceras, vi o teu rosto e senti vertigem e chorei, porque os meus olhos tinham visto esse objecto secreto e conjectural cujo nome os homens usurpam, mas que nenhum homem olhou: o inconcebível universo.
(O Aleph)
Fonte : blog leiturapartilhada
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Mais vento
Continuando nas artes dos etéreos solos estéreos vai o link do concurso mundial de guitarra de vento: airguitar